Para não desanimar com os primeiros números das pesquisas eleitorais visando 2018, João Doria usa o exemplo de sua própria candidatura à prefeitura de São Paulo no ano passado. No início da corrida ao cargo de prefeito, o tucano girava em torno de 3% a 5% e não parecia que se colocaria como potencial vencedor nas urnas.

Mas com o discurso do "novo" na política e um fortíssimo apoio do governador Geraldo Alckmin, em um estado em que o PSDB tradicionalmente vai bem, Doria cresceu semana após semana e no início de outubro foi eleito com 53% dos votos, na primeira eleição de primeiro turno em São Paulo desde 1992.

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Faltando cerca de um ano para as eleições presidenciais, Doria não vai bem nas pesquisas. A mais recente, da CNT, o colocou com 9,4% das intenções de voto, ficando no quarto lugar, atrás de Marina Silva, Jair Bolsonaro e Lula, que lidera em todos os cenários apresentados.

"Não se pode questionar a densidade política de Lula [VIDEO], mas ele é derrotável", disse Doria recentemente, mostrando convicção que poderá batê-lo em uma eventual disputa. O tucano, no entanto, ainda não sabe se de fato vai estar no pleito. Geraldo Alckmin, seu padrinho político, também disputa a condição de nome do PSDB para 2018.