A segunda denúncia contra Michel Temer chegou à Câmara dos Deputados na última semana. Apesar de ainda não haver uma data definida para o início da análise, o Planalto já começa a mexer seus "pauzinhos" para tentar barrá-la. Os deputados da base aliada também já fazem suas exigências para permanecerem fiéis e votarem junto ao Executivo.

Na primeira denúncia, a estratégia utilizada pelo governo foi a de liberar o valores das emendas parlamentares, principalmente no mês da apreciação e votação do caso.

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Como a grande fatia de dinheiro já foi liberada, a modus operandi do Planalto agora é diferente. Ao invés de jorrar dinheiro goela abaixo dos deputados, estão ofertando cargos públicos para a base aliada.

Segundo a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, por exemplo, o PR exige a Secretaria de Portos para se manter fiel a Temer. O problema é que o cargo já tem dono; um aliado do senador Jader Barbalho, do próprio PMDB.

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Michel Temer não quer mexer com um aliado interno para beneficiar um outro partido. A coluna também afirma que os cargos serão discutidos diretamente com as bancadas dos partidos aliados.

Aliados de Michel Temer teriam afirmado que o tempo está a favor do chefe do Executivo. Segundo acreditam, não faz sentido afastar o peemedebista para se realizar uma eleição no primeiro semestre de 2018 e outra no segundo.

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Michel Temer

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