O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva [VIDEO] é, obviamente, o plano A do Partido dos Trabalhadores para a eleição presidencial de 2018. Porém, como sua candidatura não é garantida, vide os problemas judiciais do petista, o partido necessita de plano B, caso Lula não possa concorrer no pleito do próximo ano. A opção mais bem-quista internamente é Fernando Haddad, ex-ministro da Educação e ex-prefeito de São Paulo.

Haddad é considerado como uma figura mais central, capaz de agregar os eleitores de centro que um dia deram seus votos ao PT, mas atualmente estão descrentes tanto com o partido quanto com Lula.

Oficialmente, segundo o Tribunal Superior Eleitoral, a campanha presidencial só pode se iniciar no dia 16 de agosto, porém, especulações e cenários não faltam.

A convenção dos diretórios petistas para definir o candidato será realizada no fim de julho.

Segundo a Folha de S. Paulo, caso um possível impedimento de Lula no pleito de 2018, o objetivo do PT seria de se manter competitivo na eleição, não necessariamente vencer. Com a dificuldade de nacionalizar um nome, tanto por falta de tempo como por preocupações maiores - de ser preso, por exemplo -, como foi martelado o de Dilma como "mãe do PAC" por anos, o partido tentaria continuar influente e não perder espaço no cenário político completamente incerto de 2018.