Carmen Lúcia fez uma declaração objetiva. A presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça declarou que o Brasil tem instituições sólidas, dentre elas a Operação Lava Jato e o próprio Ministério Público.

As afirmações foram feitas no momento em que a Corte rejeitou [VIDEO] o recurso impetrado pela defesa do presidente Michel Temer por 9 a 0.

Os fatos que levaram Carmen Lúcia a reforçar a força do MPF em seu discurso

Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, advogado do presidente Michel Temer, entrou com uma liminar solicitando ao ao Supremo a suspeição do Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, nos atos referentes às denúncias contra o presidente na delação de Joesley Batista (JBS). [VIDEO]

O recurso foi indeferido e a segunda denúncia contra o presidente Temer pode ocorrer por esses dias, antes que Janot deixe a PGR no dia 17/09.

A presidente do Superior Tribunal Federal afirmou que a Operação Lava Jato não vai parar e que a busca de apuração dos fatos e erros vão continuar.

Segundo Carmem Lúcia, agentes públicos, servidores públicos são todos passageiros, mas o Ministério Público dará continuidade nos processos mesmo que esses sejam contra seu chefe, concluiu a presidente do STF.

Ao término do mandato do atual Procurador Geral da República Rodrigo Janot, sua sucessora, indicada pelo próprio presidente Michel Temer, Raquel Dodge, deve assumir a condução das denúncias.

Na semana que vem, exatamente quarta-feira, uma questão de ordem apontada pela defesa do presidente Michel Temer, será julgada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin [VIDEO]

A estratégia do Dr. Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, advogado de Michel Temer, é ganhar tempo evitando uma segunda denúncia contra o presidente Temer ao desqualificar as delações proferidas pelo empresário atualmente preso, Joesley Batista.,

O ministro Celso de Mello se pronunciou dizendo que o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, tem carta branca para apresentar uma segunda denúncia contra o presidente Michel Temer.

O mais antigo membro do STF, ministro Celso de Mello, afirmou que tem a impressão de que o presidente Michel Temer tem ‘pretensões mais amplas’, no que diz respeito à suspeição de Rodrigo Janot e uma possível nova denúncia prestes a acontecer.

Celso de Mello concluiu dizendo que se faz necessário um julgamento movido pela razão, portanto, objetivo e impessoal nas questões relacionadas ao recurso julgado hoje pela corte.