A amante do doleiro Alberto Yousseff, a também doleira Nelma Kodama, está condenada a 14 anos de prisão por crimes de Corrupção, organização criminosa [VIDEO], evasão de divisas e lavagem de dinheiro. No entanto, a doleira utiliza as redes sociais para contar como está sendo a vida como uma prisioneira e ainda fala em tom de deboche.

Em decisão do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato, a doleira foi solta há seis meses, porém continua cumprindo sentença no regime aberto.

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Nelma tem a disponibilidade de andar pelas ruas entre os horários das 6 horas até as 22 horas, utilizando uma tornozeleira eletrônica.

Nelma namorou com o doleiro Alberto Yousseff por um período de nove anos, e nesse tempo ela se alternava em ser a namorada ou amante.

Segundo Nelma, a mulher de Yousseff sabia do caso entre os dois. A criminosa enfatiza, em uma entrevista publicada pela revista Veja: "Ele foi o amor da minha vida". Quando estava sendo investigada na CPI da Petrobras, em 2015, um dos parlamentares quis entender qual era a relação de Nelma com Yousseff, a moça chegou a cantar a música de Roberto Carlos, chamada "Amada Amante" para se explicar. Na época, o vídeo vazou nas redes sociais.

Nelma Kodama está gravando vários vídeos e publicando em suas redes, ela prometeu que irá gravar um vídeo explicando como ela conseguiu guardar 200 mil euros em sua calcinha. Este caso foi o que levou a moça em 2014 para a cadeia. Seus vídeos são em tom de deboche, em um deles ela entra em uma farmácia e questiona o fato do segurança estar a vigiando de perto, ela chega a perguntar se ela tem "cara de criminosa".

Em outro vídeo, ela caminha pelas ruas e surge um carro de polícia, em mais um tom irônico, ela pergunta se descobriram onde ela está, a moça até apagou esse vídeo das redes sociais para não se prejudicar ainda mais, na Justiça [VIDEO].

Doleira 'contra' doleiro

Desde que se tornou amante de Yousseff, Nelma diz ter se apaixonado mesmo ele sendo um homem "feio" e "cafona". No entanto, o doleiro tentou colocar um ponto final na relação, o que deixou sua cúmplice de crimes eufórica. Nelma chegou a entrar na Justiça com o objetivo de mudar a relação extraconjungal em algo estável e ter direito aos bens do doleiro. Ela queria uma pensão alimentícia milionária para se bancar. Os advogados contratos por Nelma não levaram para frente a ação, e então ela utilizou o "câmbio negro" para cobrar uma dívida avaliada em R$ 20 milhões do doleiro.