Um grande mistério vem rondando uma propriedade privada pertencente a um dos grandes amigos do ex-presidente Lula do Partido dos Trabalhadores (PT) e intrigando a Polícia Civil, responsável pelas investigações do caso.

A questão, que vem sendo investigada, é a morte do caseiro Valmir Bartole, de 56 anos, brutalmente assassinado com requintes de crueldade em meio às diversas especulações e investigações envolvendo a corrupção no País. Considerado um funcionário bastante tranquilo e dedicado a seus afazeres, a morte de Valmir, que chegou ao conhecimento das autoridades federais na manhã da última quinta-feira (12) e até agora se encontra sem explicação, segue como uma verdadeira incógnita.

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O sítio, onde Bartole atuava como caseiro, é de propriedade do filho de Jacó Bittar, sendo este um dos melhores amigos do ex-presidente Lula que, por diversas vezes, exerceu cargos políticos no interior de São Paulo, chegando até mesmo a ser prefeito da cidade de Campinas.

O que muito vem intrigando as autoridades é o real motivo que levou o caseiro a ser assassinado em seu local de trabalho, justamente quando a propriedade estava sendo citada na 'Operação Lava Jato', sob suspeita de ser um dos locais utilizados para lavagem de dinheiro.

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Caseiro morto em local de trabalho era funcionário de um dos melhores amigos de Lula

Encontrado sem vida no sítio ‘Bela Vista’, situado na região rural de Manduri, interior de São Paulo, caído perto de uma das casas do sítio, o corpo do caseiro Valmir tinha marcas de espancamento. Os cômodos foram revirados, porém foi constatado que nada foi levado do local.

Trabalhando há anos para o ex-prefeito de Campinas, Jacó Bittar, Valmir era considerado um homem de confiança.

Morte de caseiro apresenta requintes de crueldade segundo o IML

Encontrado sem vida pelos agentes da Polícia Civil de Manduri, o corpo do caseiro Valmir Bartole foi diretamente encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) da região onde passou por diversas análises.

De acordo com a perícia realizada pelos legistas, o corpo de Bartole continha marcas expressivas de tortura, além de uma grande quantidade de óleo diesel, indicando que seu assassino tinha o intuito de ocultar sua morte, ateando fogo em seu corpo a fim de dificultar qualquer pista quanto ao seu desaparecimento.

Cabe à polícia descobrir agora o que realmente motivou o crime de tamanha crueldade, achar pistas dos suspeitos e seguir com a investigação.

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