O que vamos mostrar neste artigo promete não agradar uma grande maioria de leitores, porém, todo o conteúdo aqui reportado é com base em cálculos creditáveis e de fontes seguras. A pergunta é: será que você leitor, está pronto para descobrir esses números?

Índice de custos do governo Lula: 518% maior do que o de Temer

Os custos governo do FHC em sua primeira gestão foram, em média, 133,76% maior que o do governo Temer. No segundo mandato de FHC, os custos dispararam para 286,36%.

O primeiro mandato de Lula foi um verdadeiro estouro, onde os custos de governança atingiram 488,31% a mais do que a média de Temer.

No segundo mandato de Lula, o número foi ainda mais surpreendente, superando os 518,18%, sendo a mais elevada até os dias de hoje.

A ex-presidente Dilma, em seu primeiro mandato, gerou um custo de 472% a mais que o de Temer, porém, no ano de 2015, ela decidiu ser mais modesta, mas os custos ainda atingiram 276,62% acima do seu sucessor. Tudo isso para que? Para nada.

Vejamos agora de onde vem esses números e o que eles representam

Esses números vieram em uma nova publicação da ‘Folha de São Paulo’, publicada neste último domingo (29), o que mostra um dos textos de mais importância em toda a imprensa brasileira nos últimos anos.

O responsável é o cientista político Carlos Pereira, doutor pela New School University, professor da Fundação Getúlio Vargas e professor visitante na Universidade Stanford.

Ele decidiu desenvolver de um modo objetivo a avaliação em questão de eficiência de sucessivos governos brasileiros.

De acordo com o jornalista Reinaldo Azevedo, comentarista do RedeTV News, a pesquisa realizada aponta a gestão de Temer como a melhor em custo-resultado, onde se aprovou maior número de matérias no Congresso, onde os custos foram relativamente baixos, de modo que a diferença chegou a ser gritante.

Os governos anteriores

O primeiro mandato de Dilma ocasionou o início de uma crise, que se espalhou por todo o país, e o custo de gerenciamento caiu para 58 pontos, onde o Partido dos Trabalhadores (PT) acabou mordendo 56% da grana, restando 44% para seus aliados [VIDEO].

Esses números explicam o porquê de ela ter caído no mandato seguinte, além, do fato objetivo, onde acabou cometendo o crime de responsabilidade. O número de proposições realizadas pelo governo e matérias aprovadas no Congresso despencaram, ou seja, Dilma ocupava um posto de paralisia.

Despenca dramaticamente o número de proposições feitas pelo governo e de matérias aprovadas pelo Congresso. Era a paralisia.

Vale ressaltar que no governo Temer, os custos diminuíram, sendo apenas 15,4 pontos, o que é muito no quesito gerenciamento da coalizão. Esse resultado explica o porquê dos percentuais com enormes diferenças no início desse artigo [VIDEO].