O PSDB tenta encerrar a crise que assola internamente o partido, pelo menos até a convenção nacional que ocorre no dia 9 de dezembro. A ideia entre os tucanos é armar uma trégua com relação as principais polêmica em que nomes importantes se envolveram nas últimas semanas, como as "disputas" entre Geraldo Alckmin (SP) e João Doria (SP) pela vaga de candidato à Presidência da República e Tasso Jereissati (CE) e Aécio Neves [VIDEO] (MG) pela presidência nacional do PSDB.

O problema é que parece que os tucanos gostam das polêmicas. Após o licenciamento de Aécio Neves da presidência do PSDB e a flechada que tomou pós-delação da JBS e os áudios gravados com Joesley Batista, Tasso Jereissati assumiu interinamente à presidência tucana e tenta articular para se manter por lá.

Após o plenário do Senado ter salvo Aécio, o senador cearense pediu claramente que o mineiro se afastasse do cargo. Essa posição de Jereissati não foi bem vista pela cúpula tucana.

Já a situação entre Alckmin e Doria é mais (in)tensa. O prefeito de São Paulo amarga nos últimos tempos um claro desgaste, após ter conseguido um certo destaque. Foi com muita sede ao pote pensando na presidência e se lambuzou inteiro. Por outro lado, Alckmin não pode ver Doria fracassar à frente da Prefeitura de São Paulo, já que foi ele que bateu na mesa e bancou o "gestor" como candidato.