Nesta terça-feira (28/11), o governador de São Paulo, Geraldo Alckimin, aceitou o convite para assumir a presidência do PSDB. Inclusive após a decisão o peessedebista sinalizou o desembarque de tucanos que aproveitam cargos públicos do governo Michel Temer. [VIDEO]

O comunicado ocorreu em uma entrevista concedida a emissora de Rádio Bandeirantes ao elencar que logo após assumir o comando da sigla, os tucanos que se encontram em comunhão com o governo federal serão convidados a deixarem seus cargos, uma vez que, segundo Alckmin não há necessidade cargos em troca de apoio para as Reformas de Temer.

Todavia, o novo líder tucano deixou em evidencia que o PSDB exercerá em condições legais a corroboração essencial para a validação das propostas que forem interessantes ao país, significa dizer que, as Reformas poderão ser acolhidas pelos tucanos mesmo sem a ocupação de parlamentares da Casa, no universo do PMDB.

O governador foi contra os tucanos que ingressaram no governo Temer no ano passado, porém concordou com o posicionamento da maioria, quando alegou que seria de suma importância a formação de alianças. Desta forma, a união foi tida pelos tucanos como um gesto de responsabilidade com a governabilidade para com o Brasil.

No entanto, após a baixa popularidade de Temer, [VIDEO] Alckmin, passou a integrar o grupo dos membros que defendiam a entrega dos cargos. Entretanto, ainda na manhã desta terça-feira, o peessedebista, revelou em seu primeiro discurso extraoficial que a sua posição continuava sendo a mesma do ano passado, ou seja, confirmou a versão anterior enfatizando o desembarque dos tucanos para os próximos dias de dezembro/2017.

Sem abandonar Temer, retrucou Alckmin ao mencionar que ainda tinha compromissos com o governo.

Ressaltando da sustentação na Câmara dos Deputados com votos favoráveis para as matérias que beneficiam o Brasil.

Alckmin deverá ser proclamado o novo presidente do PSDB no próximo dia 9 de dezembro, em um evento exclusivo do partido. A decisão foi discutida pelo ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso (FHC) que acordou junto ao governador Marconi Perillo e ao senador Tasso Jereissati a desistência da disputa.

O processo foi efetivado através das manobras de FHC como principal estratégia a intenção de deixar Geraldo Alckmin fortalecido para a disputar as eleições presidencial em 2018 [VIDEO], assim considerou o próprio governador de São Paulo, quanto ao seu novo cargo na presidência do PSDB.