Um dos mais destacados e polêmicos políticos brasileiros tem tido as "portas abertas" nos Estados Unidos da América. Trata-se do presidenciável e potencial candidato a ocupar o Palácio do Planalto [VIDEO] nas próximas Eleições para a Presidência da República, Jair Messias Bolsonaro. O pré-candidato à Presidência do Brasil foi o principal convidado para visita aos Estados Unidos da América, principalmente para encontro com investidores norte-americanos e analistas do mercado financeiro internacional. O convite para a visita de Bolsonaro a Nova York partiu da deputada e uma das principais especialistas em assuntos com referência à América Latina, nos Estados Unidos, Shannon O´Neil.

Entretanto, para que tudo se concretizasse de modo bem sucedido, um americano foi o grande responsável por dar todo o suporte ao deputado brasileiro na terra do Tio Sam. Trata-se de Gerald Brant. Brant, de 45 anos de idade, é um mega empresário norte-americano, nascido em Chicago, filho de mãe americana e pai brasileiro, porém, que se mudou para o Rio de Janeiro durante a década de 1980. O empresário brasileiro-americano frequenta assiduamente a Câmara de Comércio bilateral Brasil-Estados Unidos e o Conselho das Américas.

'Conexão Bolsonaro' nos Estados Unidos

Para que fosse viabilizada a visita do deputado federal Jair Bolsonaro aos Estados Unidos, juntamente com seus três filhos, para poder falar de sua "visão de país", justamente no local que é considerado o coração do "establishment", na América, a organização e toda a estratégia para a concretização do encontro passou pelas mãos do empresário Gerald Brant, amigo de um dos filhos do presidenciável brasileiro.

Bolsonaro pôde ter um encontro "reservado" na sede do Council of Foreign Relations, que é considerado o "think tank" nos Estados Unidos, o tão prestigiado "centro de estudos" americano.

A recente viagem de Jair Bolsonaro a América foi considerada extremamente benéfica e bem sucedida para que pudesse alavancar como passo fundamental e importante as bases da campanha do pré-candidato à Presidência da República, segundo análise de toda sua equipe de trabalho. Outro dado fundamental é que o convite acabou superando todas as expectativa de sua equipe, já que o pré-candidato deixou para trás algumas ideais consideradas intervencionistas, para se tornar um grande defensor do liberalismo econômico.

Porém, não foi uma tarefa fácil para que Bolsonaro se sentasse frente a frente com analistas e investidores do mercado externo, em uma semana do mês de outubro passado. Foram necessários meses e meses de grande articulação para que as portas da instituição norte-americana fossem realmente abertas, o que, sem dúvida, teria sido muito mais difícil de ocorrer, não fosse a ajuda extremamente benéfica de Gerald Brant.