Que o deputado Jair Bolsonaro é um dos nomes que mais causam polêmicas no meio político e na mídia, isso não resta dúvidas. O candidato à presidência da República pelo Partido Social Cristão - PSC - se viu envolvido em mais um polêmica, depois o ex-presidente do Brasil [VIDEO], Fernando Henrique Cardoso (PSDB), fez uma séria acusação ao então deputado, que causou grande espanto.

FHC, de acordo com publicação do site UOL (17), comentou na noite da última quinta-feira (16) que o deputado do PSC teria proposto que o matassem, ainda quando ele era presidente do país.

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Fernando Henrique fez uma declaração polêmica sobre o deputado Jair Bolsonaro

O ex-presidente comentou (sem entrar em detalhes) em um evento organizado na Universidade de Brow nos Estados Unidos que existe pessoas na extrema direita brasileira que são bem perigosas.

Segundo o político, um dos candidatos a presidência do Brasil em 2018, propôs o matar enquanto ele estava na presidência do Brasil - o mesmo foi eleito em 1994 e reeleito em 1998, passando oito anos no poder.

O político do PSDB também comentou que na época não deu a devida atenção, mas que hoje tem medo da possibilidade deste político (Bolsonaro) chegar ao poder.

Declaração de Jair Bolsonaro aconteceu em 1999

A declaração [VIDEO] em questão foi realizada em 1999 à rede Bandeirantes. Bolsonaro teria afirmado que a única maneira do Brasil mudar não seria pelos votos, mas sim por meio da força, dentro de uma guerra civil. "Fazendo um trabalho que o regime militar não fez. Matando 30 mil, e começando por FHC", teria declarado o político na ocasião.

FHC comenta sobre os motivos de ter apoiado o impeachment de Dilma Rousseff

No evento apresentado nos Estados Unidos, Henrique Fernando Cardoso também comentou sobre os motivos que o levaram a apoiar o impeachment da ex-presidente Dilma.

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Segundo o mesmo, foi necessário apoiar o afastamento dela, pois a permanência dela estava causando uma paralisia no Estado. E a única maneira de solucionar este problema em um regime presidencialista é através do impeachment.

Além do mais, o político afirmou que o afastamento da presidência foi um ato político, mesmo que a decisão tenha sido feita com embasamentos na Lei de Responsabilidade Fiscal - LRF. FHC chegou a afirmar que o crime cometido pela ex-presidente não é tão grave e que outras pessoas já cometeram o mesmo e não foram punidos com a perda de mandato. Ele comentou que essas pessoas não foram afastadas, simplesmente por não estarem numa posição tão frágil de poder e que o processo de tomada de decisões do Estado não foram paralisadas, como no caso do governo da Dilma Rousseff.