Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho nasceu na cidade de Pindamonhangaba em 7 de novembro de 1952, é médico e político, e já ocupou importantes cargos na administração pública do estado de São Paulo. É o atual Governador do Estado de São Paulo, cargo que ocupa pela quarta vez consecutiva.

Geraldo Alckmin, como é popularmente conhecido, iniciou sua carreia política em 1988, quando foi eleito deputado federal pelo PSDB, e foi presidente estadual do PSDB de São Paulo entre 1991 a 1994, Vice-governador em 1991, assumindo internamente o governo do estado em 2001, com o agravamento da saúde de Mário Covas, mantendo se no cargo por 4 gestões consecutivas.

O governador paulista, que em 2006 concorreu à presidência da República e perdeu em segundo turno para o petista Luiz Inácio Lula da Silva, e novamente é candidato às eleições presidenciais de 2018. Faltando um ano para a realização do pleito, Geraldo Alckmin aparece nas pesquisas com 8% das intenções de voto.

De olho no partido e no Planalto

Geraldo Alckmin busca o discurso agradável, de conciliação, para agradar a todos. E conta com crescente respaldo nas cúpulas de grandes partidos como o PP, PSD, DEM, e até mesmo de parte do PMDB.

Após reiterar de forma enfática e por diversas vezes, a impossibilidade de assumir a presidência do PSDB, com a destituição do senador Tasso Jereissati (CE) do comando interino da sigla, seu discurso mudou, depois que seu nome foi citado por tucanos importantes como, o ex-senador José Aníbal, presidente do Instituto Teotônio Vilela, e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, para ocupar o cargo.

A convenção do PSDB que irá escolher o seu novo presidente está marcada para o dia 9 de dezembro, e a informação é que, se até essa data não houver um consenso quanto a escolha dos nomes de Tasso Jereissati (CE) ou de Marconi Perillo, governador de Goiás, para a presidência do partido, Geraldo Alckmin será aclamado o novo presidente.

Em meio a tudo isso, dia 12 do corrente mês, na convenção do partido, em São Paulo, Geraldo Alckmin foi aclamado por um grupo de militantes e dirigentes do PSDB, para ocupar a presidência e assumir o posto de pré-candidato tucano ao Palácio do Planalto.

João Doria

O prefeito de São Paulo, João Doria, também do PSDB, e que também estava entre os nomes cogitados pelo partido para concorrer ao Planalto em 2018, admitiu uma chapa encabeçada pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, com a possibilidade de vir a ser seu candidato a vice-presidente. O prefeito defende uma só aliança partidária de centro, com o PSDB a frente e afirma que com Geraldo Alckmin tudo é possível: "É preciso ter entendimento e saber avaliar o que é melhor para o Brasil e para o PSDB”, afirma, completando: “sobre eu ser ou não candidato é uma decisão da população, não minha”.

João Doria confirmou que permanecerá no PSDB, contrariando as especulações de que poderia à para outra legenda, para concorrer à presidência da república.

O PMDB, de Michel Temer, busca espaço no futuro governo, e admite apoiar quem quer que seja o candidato à Presidência pelo PSDB, com base em futuras negociações.