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O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, atua no cargo desde 2013, e chegou até a ser cogitado para se candidatar à presidência da República nas eleições de 2018 por um dos jornalistas do portal "Folha de S.Paulo". No momento, segundo informações da revista "Veja", o ministro do Supremo estaria sendo monitorado pela Agência Brasileira de Inteligência, a Abin. O comunicado da "Veja" enfatizou que "alguém muito poderoso" está por trás dessa história.

Luís Roberto Barroso é um nome do STF que não aparece ligado a política [VIDEO] eleitoral e nem com os governos. No entanto, um jornalista da "Folha" sugeriu a ideia dele se candidatar.

Ao saber da notícia, Barroso rapidamente emitiu uma nota desmentindo o fato de que poderia entrar na concorrência para presidente, ao lado de nomes como o deputado federal Jair Bolsonaro, o prefeito da cidade de São Paulo João Dória, Ciro Gomes, e até mesmo com o réu e ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Barroso foi claro: "asseguro que não passa pela minha cabeça qualquer projeto eleitoral".

Monitorado pela Abin

Nesta última sexta-feira, 17 de novembro, a revista "Veja" declarou, sem emitir nomes, que Barroso chamou a atenção de alguém de grande poder. Barroso seria uma "voz progressista" no STF e agora o portal "O Antagonista" questionou se a pessoa de "grande poder" seria um de seus colegas do Supremo Tribunal.

O fato é que Barroso supostamente estaria sendo monitorado pela Abin, a agência é responsável por investigar ameaças em potenciais, monitorar e rastrear pessoas.

A ordem de colocar Barroso na mira da Abin teria vindo dessa pessoa de "grande poder", que até o momento não foi revelada. A Polícia Federal foi o órgão que estaria com a informação de que o ministro está sendo monitorado.

Declarações polêmicas

Em uma entrevista para o jornal "The Guardian", o ministro do STF mostrou que defende a legalização das drogas no Brasil. Ele enfatizou que a atual política anti-drogas que ronda o país seria apenas para prejudicar ainda mais a vida dos brasileiros.

Para justificar suas falas, Luís Roberto Barroso avaliou que seria a hora do Brasil mudar a postura, pois tudo o que aconteceu falhou. Ele utilizou o exemplo da política anti-drogas, armamentos, polícia e numerosas prisões. "O tráfico e o consumo de drogas apenas aumentou", afirmou Barroso.

Na entrevista para o jornal, Barroso avaliou que a Justiça [VIDEO]deveria lidar com a maconha da mesma forma que lida com os cigarros, ou seja, disponibilizá-las para a população.