Sem dúvida alguma que a eleição para presidente da república de 2018 vai ser uma das mais disputadas de todos os tempos. Nomes fortes do cenário político nacional já se colocaram disponíveis para a vaga, e embora pela lei ainda não se possa fazer campanha, alguns pré-candidatos já figuram como nomes certos para a disputa nas urnas.

Um dos nomes mais fortes na corrida presidencial é Jair Messias Bolsonaro

O deputado federal do PSC (Partido Social Cristão), do Rio de Janeiro, é um dos nomes fortes nas pesquisas eleitorais para conquistar o cargo mais alto do legislativo. Bolsonaro [VIDEO] se define como um candidato conservador, de extrema direita, que preza pela disciplina e ordem no país.

O parlamentar serviu as Forças Armadas por muito tempo e afirma sempre que o Brasil só voltará a crescer se os militares 'tomarem' as ruas novamente.

Pesquisas apontam que Bolsonaro enfrentará o ex-presidente Lula no segundo turno em 2018

As pesquisas levantadas até o momento contam com diferentes cenários, já que é do desconhecimento do público quem serão de fato os postulantes ao cargo de presidente. O Datafolha e o Ibope, os maiores institutos de pesquisa do nosso país, apontam que os nomes mais fortes para o ano que vem são Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva [VIDEO].

Lula lidera a pesquisa com 36% das intenções de voto, em seguida vem Bolsonaro com 19% e Marina Silva tem 14%.

Temer provavelmente não entrará na disputa para 2018

O atual presidente do Brasil, Michel Temer, já disse em algumas entrevistas que não tem a intenção de disputar as próximas Eleições.

E mesmo que quisesse, dificilmente seria eleito, já que o peemedebista tem contra si o alto número de rejeição da população. Porém Temer pode ser muito importante para a escolha do próximo presidente, já que ele poderá usar a 'máquina' para apoiar algum candidato.

Temer foi vice presidente do governo Dilma Rouseff, portanto uma reconciliação com o PT não é descartada, mas fontes próximas garantem que ele vai ficar com o representante do PSDB.

Após apoiar Bolsonaro em evento, general do exército é destituído do cargo pelo governo

O Exército brasileiro irá pedir ao ministro da Defesa Raul Jungmann a destituição de Antonio Hamilton Mourão do cargo de secretário de Economia do Comando do Exército nacional, depois do general ter dito que Michel Temer faz do governo um “balcão de negócios” para se manter no governo. Além de criticar o presidente, Antonio Mourão elogiou a postura de Bolsonaro e disse que apoia a intervenção militar.

O general ficará sem função até março de 2018, quando irá para a reserva.