Faltando pouco menos de um ano para as Eleições presidenciais de 2018, diversos nomes já estão aparecendo na mídia para possíveis candidaturas para o ano que entrará. Entre eles estão nomes já usuais nas disputas presidenciais como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), caso ele consiga se provar inocente no julgamento que ocorrerá em janeiro [VIDEO], a senadora Marina Silva (Rede Sustentável-AC) e o governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).

Um novo nome na disputa pela presidência é o do conservador Jair bolsonaro, que de novo na política não tem nada, tendo 26 anos apenas como deputado na Câmara e vinte e oito no total na política.

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Ele é deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro desde 1991, fez seu nome representando o conservadorismo brasileiro, defendendo a família tradicional e armamento da população, e ganhou espaço na mídia principalmente devido às polêmicas que envolvem seu nome, indo contra o politicamente correto, incomodando diversas vezes grupos auxiliares da esquerda, como LGBT, movimentos feministas e entre outros.

Outra forte característica do deputado é o militarismo, sendo um militar atualmente na reserva e sempre discursando a favor do poder militar brasileiro [VIDEO], Bolsonaro tem grande apoio desse grupo para as eleições de 2018.

Recentemente, o deputado federal fez uma declaração ao Jornal do Piauí, durante uma entrevista, afirmando que o polêmico General Mourão terá presença considerável em seu possível governo federal, caso ele obtenha vitória no ano que entrará. E ele ainda disse que ele não estará no governo como seu subordinado, mas sim ao seu lado para ajudá-lo a governar o Brasil.

Entenda a polêmica envolvendo o General Mourão com o Exército Brasileiro

Antonio Hamilton Martins Mourão é um general de exército brasileiro e durante uma reunião com um grupo que se autointitula ''Ternuma'' (Terrorismo Nunca Mais) e apoia a ditadura militar que ocorreu no Brasil entre os anos de 1964 e 1985.

O General Mourão fez duras críticas ao governo de Michel Temer (PMDB) e também aos governos petistas anteriores ao atual, de Lula e de Dilma Rousseff.

Membros do governo federal declaram que é ''inaceitável'' o general se pronunciar dessa forma em relação ao nosso chefe de Estado, e também trouxeram à tona a ocasião que Mourão criticou o STF (Supremo Tribunal Federal), dizendo que o Exército brasileiro deveria interferir caso o STF não desse uma punição aos políticos envolvidos com escândalos pela Operação Lava Jato.

Então, foi confirmado que o presidente Temer iria assinar o ato de exoneração do General Mourão.