As Eleições de 2018 ainda não tem candidatos oficiais, pois ninguém lançou candidatura até o momento. Porém já existem nomes surgindo, seja por especulação da mídia ou por declarações feitas pelos mesmos. O caso é que já dá para se ter uma noção dos possíveis cenários de 2018. Nomes já usuais nas eleições presidenciais estão aparecendo, como o deputado federal Ciro Gomes (PDT-CE) a senadora Marina Silva (Rede Sustentável-AC), o governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já estão presentes nas pesquisas de intenção de votos.

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Além deles, também tem o deputado federal Jair Bolsonaro (Patriotas-RJ) que é um nome antigo na política, mas novo na disputa pela presidência.

Uma parcela da população brasileira está colocando demasiada esperança no deputado conservador, tendo ele uma grande popularidade nas redes sociais.

Mas o que chama atenção para Bolsonaro é que de todos os nomes de possíveis candidatos, o seu é o único que não apareceu em escândalos de corrupção com esquemas e lavagem de dinheiro.

O deputado federal Ciro Gomes não está presente nas citações da Operação Lava Jato [VIDEO] e inclusive se pronunciou afirmando que não está fazendo mais do que a sua obrigação. Mas em 2010, a revista Veja fez uma denúncia que envolvia Ciro e seu irmão Cid Gomes (PDT), que hoje em dia é Ministro da Educação, de que entre os anos de 2003 e 2009 teriam desviado R$ 300 milhões de prefeituras cearenses.

A senadora Marina Silva também tem suas próprias histórias a serem explicadas. Uma delas veio à tona em abril desse ano em uma delação premiada de Alexandrio Alencar, ex-diretor de relações institucionais da Odebrecht.

Sua acusação à senadora é de que ela recebeu uma quantia de R$ 1,25 milhão para sua campanha de 2014, após um encontro com Marcelo Odebrecht. Além disso, ela foi acusada de fazer caixa-dois nas eleições de 2010, em outra delação premiada, dessa vez do empresário Léo Pinheiro.

Geraldo Alckmin, como governador de São Paulo, já teve uma quantidade considerável de complicações envolvendo seu nome. Uma delas foi quando foi acusado de superfaturar sobre as merendas das escolas do estado, quando falaram que chegava a ser um valor de 25% fora do contrato. O governador negou o ocorrido, como era de se esperar. Além disso, seu nome já foi citado na Lava Jato. Em um acordo de delação premiada, a Odebrecht falou ter realizado pagamento de caixa-dois com o fim de financiar as campanhas de Alckmin no ano de 2010 e no ano de 2014.

E por fim, o ex-presidente Lula, que além de ser citado diversas vezes na Operação Lava Jato, foi condenado a 9 anos e meio de prisão pelo juiz Sérgio Moro [VIDEO] e está recorrendo em liberdade, correndo o risco de nem mesmo poder realizar sua candidatura.