Nesta terça-feira (28), o jornal americano The Washington Post publicou uma longa matéria a respeito do possível candidato a presidente da república em 2018, o deputado federal Jair Bolsonaro (Patriotas-RJ). O jornal o compara com o atual presidente da América, Donald Trump, que assim como bolsonaro é conservador e vai contra o establishment.

O foco da matéria é o apoio que Bolsonaro possui da população evangélica, que de uns anos pra cá adquiriu uma grande relevância no cenário político.

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Apesar de Bolsonaro ser católico, a afirmação do jornal americano se faz verdade, os evangélicos em sua maioria estão em apoio ao deputado conservador.

Segundo a matéria publicada, os pastores evangélicos podem influenciar diretamente nos fiéis de suas igrejas na hora do voto. E para enfatizar esse efeito causado pelos pastores, o jornal conta com a fala de um especialista no movimento pentecostal da América Latina, Paul Freston.

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Além da entrevista com Bolsonaro, a matéria conta também com uma postagem do pastor pentecostal Silas Malafaia, que possui grande influência política, apesar de não assumir nenhum cargo direto. A fala de Malafaia dá destaque a uma análise de um pesquisador que estuda os evangélicos e a política brasileira, Joanildo Burity.

Segundo ele, a influência católica no país ainda permanece muito forte, porém o pentecostalismo está tomando cada vez mais espaço no Brasil, não só no cenário religioso, mas também no cenário político.

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Jair Bolsonaro Eleições

O pastor afirmou que o pentecostalismo tem sido um elemento crucial para a ascensão do conservadorismo no país.

Bolsonaro comentou também sobre a volta da aceitação da direita conservadora, dizendo que há pouco tempo atrás o termo "de direita" era quase um palavrão para os brasileiros, mas hoje em dia voltou a ser aceita.

Como esse foi um primeiro contato do jornal americano com o deputado, como uma apresentação, eles também citaram as principais polêmicas de Bolsonaro que já aconteceram a um tempo considerável.

Já que um dos motivos de tamanha relevância nos seus discursos atualmente ser de fato as polêmicas em que se envolveu, é mais do que esperado a matéria o apresentar dessa forma.

O jornal menciona a ocasião em que Bolsonaro afirmou que "preferia ter um filho morto num acidente, do que um filho gay". Além dessa fala, também foi lembrado o episódio que gerou até mesmo processo entre os envolvidos, quando o deputado disse para a deputada Maria do Rosário que ele não a estuprava porque ela não merecia.

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