O ministro Gilmar Mendes tem se envolvido em diversas polêmicas desde que assumiu o cargo no Supremo Tribunal Federal, principalmente envolvendo suposta parcialidade com suas decisões como magistrado em relação a alguns políticos

A última medida de Mendes que deu o que falar foi o pedido do ministro para mudar o regime político do Brasil para semi-presidencialismo, ação que não deveria partir dele, sendo parte do poder Judiciário. O deputado federal Jair Bolsonaro está sempre compartilhando suas opiniões nas redes sociais, e dessa vez não foi diferente.

O deputado botou o ministro contra a parede, questionando os motivos por trás de tal decisão.

bolsonaro jogou esse questionamento aos seus apoiadores e ainda questionou a invasão que o ministro realizou a um outro poder, que não o pertence. ''gilmar mendes quer o semi-presidencialismo. O que leva um Ministro do Supremo a propor algo que, a princípio, deveria ser de iniciativa do Legislativo ou Executivo?''

Apesar de não caber a Gilmar Mendes tal atitude, seu projeto foi arquivado como Proposta de Emenda à Constituição, mesmo sendo ele do poder Judiciário.

A discussão levantada por Mendes não tem mesmo apoio parlamentar, mas mesmo assim o Senado tomou a decisão de protocolar a solicitação da mudança.

Polêmicas envolvendo Gilmar Mendes nas últimas semanas

Nas últimas semanas, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) tem tomado decisões que não ajudaram muito a ele a melhorar sua imagem diante da população, que já não é boa, tendo inclusive um pedido de impeachment em forma de abaixo-assinado organizado pelo povo por meio de um site. O objetivo era de um milhão de assinaturas, mas já passou desse número.

Vai ficar por fora de assuntos como este?
Clique no botão abaixo para se manter atualizado sobre as notícias que você não pode perder, assim que elas acontecem.
Jair Bolsonaro Governo

O ministro às vésperas das festas fez alguns escolhas insatisfatórias ao povo, como, por exemplo, beneficiar a advogada Adriana Ancelmo, esposa do ex-governador do estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, lhe dando o direito de prisão domiciliar.

O ministro também proibiu a condução coerciva de qualquer investigado, alegando que é inconstitucional, porém essa atitude está prevista no Código de Processo Penal para o caso do indivíduo não comparecer a possíveis intimações. A decisão do ministro é apenas temporária, ainda devendo ser analisada pela Corte, sem uma data prazo.

E, além disso, Gilmar Mendes, em conjunto com Dias Toffoli, barrou a investigação de quatro políticos levadas a ele, sendo três deputados e um senador.

Não perca a nossa página no Facebook!
Leia tudo