A eleição presidencial do próximo ano deve ser a mais disputada e incerta de todos os tempos. Com a possível chance do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva [VIDEO] ser impedido pela Justiça de participar do pleito, abre-se inúmeras portas para outros candidatos. E os principais momentos para candidatos menores aparecerem são os debates nas TVs e a propaganda eleitoral gratuita. Michel Temer [VIDEO] sancionou em outubro uma minireforma política aprovada pelo Congresso que determina novas regras para essas questões.

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Por exemplo, Bolsonaro podia ficar de fora dos debates. Antes da reforma, eram necessários 10 parlamentares para ter direito a uma vaga nos debates de TV.

Com a minireforma, esse número caiu para cinco. O Patriotras, partido pelo qual Bolsonaro deve participar do pleito presidencial, tem apenas três. Mas como o próprio deputado e seu filho, também parlamentar, ainda vão se filiar, chegaria ao número mínimo exigido.

A situação de Marina Silva é contrária. Seu partido, a Rede Sustentabilidade, possui cinco congressistas já, mas especula-se que dois deles irão sair na janela de filiação partidária. Nessa situação, a terceira colocada nas pesquisas de intenção de voto precisaria articular para manter sua bancada com o mínimo exigido para poder participar dos debates.