A operação Lava Jato está em execução desde 14 de março de 2014, completando quase 4 anos no total. E desde seu início, diversos nomes de diversos partidos estão aparecendo nas delações. Os principais partidos mencionados, obviamente são os três maiores do país, o PT (Partido dos Trabalhadores), o PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) e o PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro). Com os principais representantes levando seus nomes a manchetes de jornais, repletas de escândalos de corrupção. Alguns dos nomes mencionados são:

  • Do PT: o senador Lindbergh Farias, a senadora Gleisi Hoffmann, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
  • Do PMDB: o ex-deputado federal Geddel Vieira Lima, o senador Romero Jucá, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, o ex-governador do estado do Rio de Janeiro Sérgio Cabral.
  • Do PSDB: o senador Aécio Neves, o senador Renan Calheiros.

Logo, todos os partidos possuem seus "representantes" sendo perseguidos pela Política Federal, porém, apesar da perseguição ser geral, os representantes do PT ou simpatizantes pelo partido, são os únicos que insistem em alegar partidarismo da parte da operação e perseguição pelo partido petista.

Sempre há novas declarações ou discursos de pessoas defendendo, por exemplo, o ex-presidente Lula, afirmando que não há provas contra ele.

A última declaração contra os representantes da Lava Jato partiu da atual presidente do PT, Gleisi Hoffmann, que inclusive já foi citada na operação, acusada pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. A senadora acusou o juiz Sérgio Moro e o Procurador da República no Ministério Federal, Deltran Martinazzo Dallagnol, de estarem tirando vantagem da população brasileira, ao realizarem palestras pagas pelo Brasil sobre o assunto do processo do ex-presidente Lula [VIDEO]. Hoffmann reafirma que eles não possuem provas de tal acusação.

A política Gleisi Hoffmann disse que eles estão fazendo um grande comércio em cima dos processos da operação Lava Jato e acusou-os de estarem ganhando dinheiro as custas do povo, e ainda acrescentou: "Tenham decência".

O juiz Sérgio Moro se pronunciou sobre a acusação, mas não se delongou em muitas palavras, dizendo apenas uma frase para encerrar o assunto: "Não cabe a minha pessoa responder acusações de pessoas que são réus por crimes de corrupção".

Não é a primeira vez que um membro do PT se volta contra a operação Lava Jato ou seus representantes. O próprio presidente Lula inclusive, no funeral da própria esposa fez um grande discurso contra a operação, insinuando que sua esposa morreu devido ao estresse causado pela Lava Jato.