A violência, seja ela explícita ou velada, contra as representantes do sexo feminino continua a acontecer em todas as camadas sociais no seio da sociedade brasileira. Infelizmente, nenhuma família parece estar isenta desse tipo de crueldade.

Tanto é assim que Élida Souza Matos, dona de casa e esposa do ministro Admar Gonzaga, pertencente ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), solicitou ao TSE (Supremo Tribunal Federal) medidas de proteção contra o próprio marido.

Élida teve que chegar ao ponto de fazer um Boletim de Ocorrências, no qual a mulher confirmou novamente que era vítima de agressão do ministro Admar, aproveitando para pedir que o mesmo seja impedido, a qualquer custo, de se aproximar dela.

Vale frisar que no dia 14 deste mês, Raquel Dodge, que é a atual procuradora-geral da República, denunciou oficialmente a autoridade do TSE pelo crime de Violência doméstica, afirmando que Admar atentou contra a integridade física da esposa e ainda a pressionou psicologicamente, no sentido de que Élida desse às autoridades uma versão diferente do que realmente havia ocorrido entre eles.

Na medida em que o ministro do TSE integra a Corte superior do país, ele só pode sofrer julgamento pelo STF, cujo processo é conduzido pelo ministro Celso de Mello, o qual não se manifestou até o momento sobre o que fará com relação às medidas protetivas solicitadas pela esposa de Admar, que ainda está requerendo que o marido pague pelo seu plano de assistência médica e lhe dê mensalmente o valor de R$ 14.992, equivalendo a 16 salários.

A título de curiosidade, a punição para o crime de violência doméstica no Brasil vai de três meses a três anos, sendo que, no caso de Élida, tudo teve início por causa dela ter suspeitado que o marido a estava traindo.

Enfim, a procuradora-geral da República fez questão de frisar que Admar agiu com muita raiva e violência contra a esposa, tentando expulsá-la do quarto e da casa de ambos, aos empurrões, o que acabou fazendo com que Elida ficasse com um tremendo olho direito inchado e roxo.

O resumo de todo esse imbróglio conjugal é que a defesa da Mulher do ministro afirmou, no dia 6 de novembro, que a sua cliente se encontra inserida num ciclo de violência doméstica, alegando que em nenhum momento Élida negou que tenha sido agredida covardemente.

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Admar Gonzaga, o ministro do TSE, nega que agrediu a mulher, e se recusou a tecer comentários sobre o que Elida pediu como medidas protetivas.

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