Apesar da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) já ter se retirado do poder há um tempo considerável, tendo sofrido impeachment há mais de um ano, é natural ainda ter presente resquícios de seu governo no País, já que projetos e programas lançados por presidentes e deputados levam um tempo para aprovação.

Sendo assim, o recente "legado" da petista veio à tona no início dessa semana, ao ser aprovado o programa "Mais Médicos", que foi proposto pela na época presidente do País, Dilma, em 2013, que tem como propósito mandar profissionais qualificados para regiões do interior do nosso País e para periferias, onde há considerável carência de médicos.

O governo petista sempre foi conhecido por seus ideais de esquerda e por apoiar regimes totalitários, como o cubano e recentemente o da Venezuela. E a oposição não deixou essa passar, afirmando que esse programa é uma forma de mascarar um suposto financiamento a ditadura cubana, já que grande parte dos médicos trazidos a nossa nação é cubana. Segundo a oposição, o dinheiro dos impostos que os brasileiros pagam está sendo usado para mandar para ditadura de Cuba.

Após a aprovação do programa pelo Supremo Tribunal Federal (STF), sendo o resultado 6 votos a favor em contraposto a 2 contra, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva [VIDEO], também do PT, fez um comentário em seu Twitter sobre a validação do projeto de Dilma Rousseff, que reconhecia a importância do STF ter aprovado e reconhecido a legalidade do programa.

Ele também afirmou que o programa "Mais Médicos" levou auxílio médico a parte do povo que não possuía acesso, proclamando "Vitória ao povo".

E como grande representante da oposição real do governo PT, o polêmico deputado federal Jair Bolsonaro [VIDEO] não poderia ficar calado ao ver tal acontecimento e comentário. Ele se manifestou também no Twitter a seguinte fala:

"O STF decidiu manter o Mais Médicos. Na prática, isso representa mais de 1,3 bilhão do nosso dinheiro para a ditadura cubana para manter agentes sem comprovação de capacidade e aptidão em nosso país, enquanto nossos médicos estão abandonados e sem condições para trabalharem."

Abandono do programa

O programa já existia, tendo sido apenas renovado pelo STF. Dos 11,4 mil médicos que atuam no programa, 40 abandonaram suas atividades. Uma das médicas que abandonou o programa tem como motivo a pressão que o governo de Cuba estava botando sobre sua família para seu marido e seu filho voltarem para a ilha, apesar de ela estar exercendo sua profissão aqui.