Todo ano o Ministério da Educação (MEC) propõe mudanças na educação em que visa melhorias, estando contante atualização visando o aprimoramento de nossos conceitos. Esse ano, o governo Temer propôs uma mudança que não agradou a todos, deixando principalmente os movimentos de esquerda insatisfeitos.

O governo do presidente Michel Temer (PMDB) possui uma forte oposição, contando com petistas, pessoas com ideais da esquerda geralmente; os que se puseram contra o impeachment, declarando golpe e, é claro, os que ficam com o pé atrás quanto aos escândalos de corrupção envolvendo o presidente e o seu partido, o Partido do Movimento Democrático Brasileiro.

Contudo, essa decisão tomada pelo presidente não desagradou a oposição em geral, mas sim grupos específicos, como, por exemplo, o movimento LGBT. Tal ato foi o de excluir da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) o que dizia respeito às ideologias de gênero. Em contraposta a insatisfação dos grupos LGBT's, os conservadores brasileiros aprovaram tal medida do governo federal.

A decisão de seu governo foi que as discussões sobre gênero e sexualidade sejam feitas de acordo com o âmbito religioso, o que, para alguns, é um atraso, enquanto outros enxergam como um tradicionalismo importante para a sociedade.

Dentre as mudanças, uma delas é que a abordagem do preconceito seja feita de maneira geral, deixando claro que todos somos iguais de forma geral, sem especificar para a criança relações com gênero, raça, orientação sexual e etc. Antes da mudança proposta (que ainda não foi aprovada), os professores eram orientados a sempre discutir sobre as diversidades, ressaltando assuntos como as diferenças raciais, de gênero e entre outras, o que imprime uma identidade um tanto "progressista" sobre o método.

Vai ficar por fora de assuntos como este?
Clique no botão abaixo para se manter atualizado sobre as notícias que você não pode perder, assim que elas acontecem.
Educação Michel Temer

Para que essa nova versão da Base Nacional Comum Curricular seja aprovada, ela deve passar pelo Conselho Nacional de Educação (CNE). O Ministério da Educação enviou o projeto com as mudanças propostas no dia 29 de novembro. O próximo passo é os membros do conselho decidirem uma conclusão sobre o BNCC para o ano de 2018.

Essa decisão não é de agora, já que está sendo discutida pelo Ministério da Educação em conjunto com o Conselho Nacional de Educação desde o início desse ano. Sendo que, em abril, os conselheiros haviam acrescentado detalhes ao texto e, desde então, os especialistas do MEC tem debatido sobre o assunto, considerando suas opiniões como profissionais e também a opinião da população brasileira.

Não perca a nossa página no Facebook!
Leia tudo