O ex-presidente do nosso País, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tem se envolvido em diversos escândalos de corrupção desde a época que ainda governava. Há alguns anos, deu-se início a Operação Lava Jato, que começou no ano de 2014, mais precisamente no dia 17 de março de 2014, e desde então o nome do nosso ex-presidente já foi citado em pelo menos 13 delações.

Desde que o juiz Sérgio Moro sentenciou o ex-presidente em 9 anos e meio de prisão, seu recurso de defesa está rolando até hoje no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre.

E é necessário passar por alguns desembargadores da 8ª Turma do TRF-4 até chegar a uma conclusão sobre o processo e então ser marcada a data do julgamento.

Nesta segunda-feira, dia 4, o desembargador João Pedro Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), tomou sua decisão na posição de relator sobre o processo do ex-presidente e concluiu o seu voto. Passando agora para o próximo estágio, que será o do desembargador Leandro Paulsen, tomando a posição de revisor.

João Pedro Gebran Neto demorou no total 100 dias para uma conclusão, contando desde o dia em que o processo chegou em seu gabinete.

Os desembargadores não possuem nenhum tipo de prazo quanto a decisão, podendo assim levar mais tempo ou menos que isso. O julgamento só ocorrerá quando o último desembargador tomar uma posição. E enquanto isso não ocorre, cada voto permanecerá em sigilo, sendo apenas do conhecimento dos próprios relatores, que são os três desembargadores da 8ª Turma do TRF-4, composta pelo relator João Pedro Gebran Neto, o revisor Leandro Paulsen, e o decano da Corte, Victor Laus.

A decisão a ser tomada envolve modificar a condenação, aceitar ou rejeitar o recurso dos advogados de defesa de Lula.

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Lava Jato Sergio Moro

Entenda o processo envolvendo Lula

Em julho deste ano, dia 12, o juiz Sérgio Moro, que é o responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, condenou o ex-presidente petista a 9 anos e seis meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Além da condenação a Lula, também houve bloqueio de todos os seus bens. A acusação se baseia no triplex de posse de Lula no Guarujá. Afirma-se que houve uma ocultação da propriedade e que a mesma teria sido adquirida com propina da empreiteira OAS, em troca de favores na Petrobras.

Os advogados de Lula já recorreram duas vezes; uma vez ao acontecer a condenação e outra há pouco tempo, em 7 de novembro. O recurso que foi usado pela de defensoria foi agravo regimental, para ter garantido o mandado de segurança.

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