Não foi dessa vez que o pré candidato Jair Messias Bolsonaro [VIDEO] conseguiu uma parceria com a equipe do presidente americano Donald Trump, considerado um ídolo de grande parte da direita brasileira. De olho na campanha para Presidente da República que começa este ano, o deputado bolsonaro e sua equipe entraram em contato com o time de marketing de Trump para conseguir uma parceria que pudesse ajudá-lo a ser eleito em outubro. Mas a sua solicitação teve uma resposta foi negativa.

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Segundo a reportagem do Estadão deste domingo, a empresa responsável por cuidar da imagem do presidente Donald Trump recebeu o pedido e solicitou um tempo para estudar a proposta.

Após 3 meses de análise por parte dos "marketeiros americanos", eles comunicaram que não aceitariam a proposta de Bolsonaro por ele ser um político com "imagem ruim". A agência Cambridge Analytica presta assessoramento a diversos políticos nos Estados Unidos e é responsável por cuidar das campanhas que ajudaram a eleger Donald Trump como presidente daquele país.

Ainda de acordo com a matéria, Bolsonaro desconversou sobre o ocorrido alegando que se alguém da sua equipe fez essa solicitação à agência americana, o fez sem a sua autorização. O deputado alegou que não teria dinheiro para contratar uma agência dessa importância.

O congressista não esconde a admiração que tem pelo presidente eleito Donald Trump, como já fez questão de deixar claro em diversas publicações em suas redes sociais, Bolsonaro o vê como uma inspiração caso chegue a ser eleito presidente do Brasil.

Eleições 2018

Jair Bolsonaro [VIDEO] ocupa o segundo lugar em diversas pesquisas eleitorais, perdendo somente para o ex-presidente Lula, que será julgado nesta semana. O deputado, que recentemente resolveu se filiar ao PSL para poder concorrer à presidência, tem sido alvo de muitas críticas da imprensa após ter o seu patrimônio, e de seus filhos, divulgado por uma matéria do jornal Folha de São Paulo e principalmente pelo fato de o mesmo não ser condizente com a sua renda. Até a jornalista Rachel Sherazade, que era considerada uma admiradora do político, o criticou publicamente em seus perfis nas redes sociais e posteriormente, por conta dessas críticas, foi atacada pelos seguidores de Bolsonaro.

Muitos acreditam que essa popularidade do deputado deve durar somente até o início dos debates, onde é essencial que os candidatos mostrem suas propostas, visto que Bolsonaro tem se atrapalhado em suas recentes entrevistas, principlamente no que diz respeito a economia.