Como forma de tentar garantir a segurança de Porto Alegre e zelar pela "ordem pública" no próximo dia 24, data do julgamento de Lula em segunda instância no TRF-4, o prefeito da capital gaúcha Nelson Marchezan Jr (PSDB-RS) entrou em contato com o Governo Federal para o envio de homens da Força Nacional e do Exército. Mas a demanda foi em vão.

Na leitura de Marchezan, o clamor popular em torno do julgamento pode proporcionar atritos e confrontos entre manifestantes e simpatizantes de lado a lado.

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Lula, se tiver sua pena mantida ou aumentada, fica inelegível por conta das regras da Lei da Ficha Limpa.

O pedido, que foi remetido em ofício ao Governo Federal, foi absolutamente desconsiderado pelo Planalto. Alvo de críticas de membros tradicionais do PT, como Rui Falcão, Pepe Vargas e a atual presidente da sigla, Gleisi Hoffmann, a demanda foi criticada pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann, que lembrou que somente governadores têm autonomia para solicitações dessa ordem.

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Lula

O ruído chamou atenção até mesmo nas redes sociais, já que Marchezan usou o seu perfil pessoal no Twitter para publicar uma foto do ofício enviado ao Governo Federal, em Brasília. Na própria rede social ele foi bastante rebatido por apoiadores do PT.

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