O ex-presidente Luiz Inácio #Lula da Silva (Lula), virou alvo de acusações por parte do grupo dos procuradores Deltan Dallagnol e Carlos Fernando dos Santos Lima, dentre outros integrantes da intitulada 'Operação Lava Jato'. Dentre tais acuações (fatiadas em processos distintos - o que desgasta a imagem do acusado, que tem que responder a mais de um processo criminal), está a acusação de que o ex-presidente seria 'proprietário de fato' de um #triplex no Guarujá (litoral paulista), que teria sido oferecido pela Construtora OAS ao ex-presidente Lula, em troca de favores e benefícios à construtora. Porém, às vésperas do julgamento dos recursos do ex-presidente Lula (pautados em velocidade incrível 24/01 [VIDEO]), já que Lula chegou a ser condenado [VIDEO] em primeira instância pelo juiz Sérgio Moro, sentença esta que foi bastante criticada por juristas renomados, surge uma nova interpretação da Justiça: de que o triplex não é de Lula, mas sim da OAS, o que pode causar reviravolta no processo criminal contra Lula.

Embora o ex-presidente Lula tenha sido condenado em primeira instância pelo juiz federal Sérgio Moro, a sentença foi muito criticada no mundo jurídico, principalmente pela fragilidade de provas contra o ex-presidente e pelo 'emaranhado' de teses articuladas para tentar incriminar o ex-presidente Lula. Um dos principais exemplos é a definição de 'propriedade de fato', que sequer existe no processo civil, já que não foi possível provar posse ou propriedade conforme código civil, bem como pelo fato de a sentença não apontar qualquer ato de ofício que o ex-presidente tenha praticado para favorecer a construtora OAS, dentre outras questões.

A defesa de Lula, possível candidato à presidência da república pelo PT - Partido dos Trabalhadores, também havia questionado o fato de a OAS ter o imóvel registrado em seu nome no cartório, bem como pelo fato da garantia à Caixa Econômica do Triplex.

Questões que Moro e os procuradores (que estão sob os holofotes), haviam ignorado.

Porém, uma reviravolta está prestes a mudar o rumo do processo criminal contra Lula, ocorre que, conforme divulgado em diversos veículos de comunicação (com pouco destaque de alguns veículos), uma Juíza do Distrito Federal, Luciana Correa Torres de Oliveira, da 2ª Vara de Execução e Títulos do Distrito Federal, numa ação movida por credores, reconheceu que o imóvel é da construtora OAS (e não de Lula), e determinou a penhora do imóvel em favor dos credores.

Sérgio Moro e cia., inclusive os desembargadores do #TRF4 que vão julgar os recursos de Lula no processo criminal não devem ter gostado nada da notícia, uma vez que há uma 'sede' pública pela condenação de Lula, e o poder judiciário brasileiro está cada vez mais 'ativista'. Grande exemplo é o fato de um presidente de Tribunal (do TRF4) ter elogiado a sentença condenatória de Moro, sem sequer ter terminado de ler (conforme divulgado na imprensa). Resta agora, como será resolvida a questão, já que existem decisões contraditórias da justiça.