No final de 2017, os servidores do Ministério da Saúde tiveram muito trabalho, tendo que fazer hora extra por conta de uma decisão do ministro [VIDEO]Ricardo Barros. Uma liberação milionária tomou conta do Réveillon. O cofre da pasta da Saúde foi aberto para que o valor de R$ 436 milhões fosse distribuído para parlamentares. O valor é referente às emendas que foram colocadas no Orçamento da União por políticos. As informações foram passadas pelo colunista Josias de Souza, do portal de notícias UOL.

O dinheiro foi enviado para vários municípios do Brasil em que os parlamentares responsáveis pelas emendas se tornarão candidatos nas próximas eleições.

Os servidores do Governo tiveram que fazer as publicações dos atos do ministro. As liberações foram disponibilizadas no Diário Oficial da União. O jornal O Globo divulgou que o espaço concedido para a publicação dos atos foram cerca de 74 páginas e ainda teve uma seção com convênios liberando ainda mais recursos. Uma edição extra também fez com que o Estado do Paraná não ficasse de fora da ação no apagar das luzes de 2017.

Ricardo Barros é deputado federal licenciado pelo PP/PR. Até o início de abril, ele deixará o governo para se candidatar à reeleição na Câmara Federal pelo Partido Progressista. Barros chegou a publicar um vídeo, através da rede social Facebook, em que demonstra felicidade por estar fazendo a destinação da pasta para as emendas de parlamentares. Ele evidencia que está cumprindo um acordo que fez com prefeituras e secretarias.

O objetivo seria fazer com que as propostas do governo do presidente da República, Michel Temer, tenham continuidade.

Os vários escândalos de corrupção envolvendo políticos do Brasil [VIDEO] citam claramente o uso de emendas parlamentares para o desvio de dinheiro. Agora, resta esperar para saber como estas emendas serão utilizadas e se haverá fiscalização sobre o caso. Veja a seguir o vídeo do ministro e futuro candidato demonstrando orgulho por sua atitude.

Decisão de próximo presidente

O futuro do Supremo Tribunal Federal (STF) está nas mãos do próximo presidente do Brasil. Segundo informações do portal de notícias ''Diário do Poder'', o futuro presidente terá grande influência na Suprema Corte, pois será o responsável por escolher até quatro novos ministros que irão substituir os atuais.

Celso de Mello, Marco Aurélio, Rosa Weber e Ricardo Lewandowski terão que abandonar a toga por conta da idade e aposentadoria.