Com a aproximação das Eleições presidenciais deste ano em meados de outubro, um dos chamados prováveis presidenciáveis resolveu se manifestar, em relação à disputa eleitoral de 2018. Trata-se do governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, do PSDB, um dos principais nomes de centro das próxima eleições presidenciais no Brasil.

Entretanto, ainda não existe um consenso na própria sigla tucana, a respeito de quem poderia angariar mais forças e reunir apoios estratégicos, fundamentalmente, durante a escolha de um candidato de centro, que venha se contrapor às forças de direita e de esquerda.

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Disputa eleitoral em 2018

Nesta terça-feira (02), o governador paulista Geraldo Alckmin se manifestou a respeito dos dois principais líderes das pesquisas de opinião, em relação ao próximo pleito eleitoral, o ex-presidente da República [VIDEO] Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o deputado federal [VIDEO] Jair Messias Bolsonaro (PSC-RJ).

De acordo com o governador tucano, tanto Lula, quanto Jair Bolsonaro, "não teriam chances", na disputa eleitoral para o Palácio do Planalto. Ainda segundo Geraldo Alckmin, as pesquisas eleitorais estariam, na verdade, refletindo o passado e os números poderiam, no entanto, seguir uma tendência de mudança no decorrer da campanha eleitoral, em meados do mês de agosto deste ano.

Geraldo Alckmin se referiu, com ares de dúvida e preocupação, a respeito dos dois principais candidatos para a próxima eleição presidencial, ao afirmar que acredita que nenhum dos dois têm chances, seria algo como olhar para trás. O governador paulista demonstrou estar esperançoso a respeito do pleito eleitoral, já que o mesmo acredita que a eleição deverá ter um resultado diferente, já que a campanha somente se inicia no mês de agosto, além da população somente se definir em se tratando do candidato a presidente da República, apenas no finalzinho da eleição, através de uma avaliação bem mais criteriosa.

Entretanto, de acordo com as últimas pesquisas eleitorais, o tucano teria angariado somente cerca de 6% a 12% dos votos, o que é considerado um resultado muito pífio, embora a campanha eleitoral ainda não tenha, de fato, começado. Outro fator preponderante, que pode definir os rumos da eleição de 2018, trata-se da provável condenação do ex-presidente Lula em segunda instância, a se julgar no próximo dia 24 de janeiro, no Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF4), em Porto Alegre, no estado do Rio Grande do Sul. A Corte de Apelação irá decidir, por meio dos votos de três desembargadores, se será confirmada ou não, a sentença proferida em primeira instância pelo juiz Sérgio Moro, no âmbito da Operação Lava Jato, em relação à condenação de Lula pela prática de crimes relacionados à corrupção passiva e lavagem de dinheiro.