Durante muito tempo, se discutiu por qual partido o deputado extremista Jair Bolsonaro [VIDEO] iria se filiar e disputar a eleição presidencial deste ano. Na última sexta-feira (5), essa dúvida foi diluída e o PSL divulgou em nota a oficialização da filiação do parlamentar. Quem parece ter ficado aliviado com essa decisão foi Adilson Barroso, presidente nacional do PEN-Patriota [VIDEO], um dos partidos pelos quais foi estudada a filiação de Bolsonaro e sua família.

Barroso afirmou após a decisão de filiação ao PSL por parte de Bolsonaro e sua família que estava "aliviado". Segundo ele, teria oferecido ao parlamentar e sua trupe inúmeros benefícios, como mudar o nome do partido, garantir sua candidatura ao pleito presidencial, entregar mais de 20 diretórios ao grupo do deputado e até mexer no estatuto do partido.

Porém, mesmo assim, Bolsonaro não se deu por satisfeito. Adilson Barroso afirmou que um novo morador não pode entrar em uma casa e expulsar os moradores originais daquele jeito. E concluiu dizendo que não iria entregar o partido inteiro ao grupo de Bolsonaro.

O novo alvo do PEN-Patriota para o pleito presidencial é o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa. O nome do ex-ministro é especulado por outros partidos, como a Rede, que o quer como vice de Marina Silva.