Não restam dúvidas de que o atual presidente do Brasil, Michel Temer, é uma pessoa não muito querida pela população brasileira e até mesmo por seus amigos na política. Depois que assumiu a presidência, logo após o impeachment da ex-presidente do Partido dos Trabalhadores, Dilma Rousseff, Temer não tem tido vida fácil. Os primeiros inimigos declarados do antigo vice-presidente do Brasil foram seus próprios companheiros de campanha, o PT, que disseram que o peemedebista teria colaborado num golpe de estado para tirar a presidente eleita, Dilma Rousseff [VIDEO]. Mas nada sobre risco a sua vida foi noticiado por nenhum meio de comunicação, porém o próprio presidente em tom de brincadeira disse, em entrevista recente, que mesmo com várias pessoas querendo sua morte, ele passa um momento de saúde bem tranquilo e que vai continuar fazendo o que planejou ao assumir o cargo mais alto do legislativo brasileiro.

Temer relata que sua saúde anda muito bem e que nada vai atrapalhar sua caminhada

O líder do PMDB disse que está com a saúde muito boa, mesmo depois de algumas cirurgias recentes, e que para infelicidade de alguns não vai morrer por agora, e pretende colocar o Brasil nos eixos como ele prometeu ao assumir o cargo. O político teve uma infecção urinária forte no final do ano passado e precisou ficar fora por aproximadamente uma semana.

Temer é tido no meio político como uma pessoa pragmática que não se importa muito com a opinião alheia e tem pulso firme para resolver questões de difícil decisão. Como por exemplo o jeito que vem levando o processo de reforma da Previdência, onde ele já disse que tem como meta resolver todas as questões ainda neste ano.

Reforma da previdência desagradou população, mas mesmo assim Temer não recuou

Michel Temer já foi indicado como um dos piores presidentes do mundo, em uma pesquisa de satisfação com a população.

Em grande parte ele conseguiu ser o 'vilão' para várias pessoas espalhadas no Brasil por propor a reforma da previdência, na qual ele propõe um aumento do tempo de contribuição dos trabalhadores e claramente favoreceu os empresários ao mudar as regras para o contrato de trabalho, tirando a força dos sindicatos.

Mesmo com uma taxa de rejeição nas nuvens, o líder do PMDB deixou claro que pretende ver todos os pontos da reforma da Previdência ainda no atual mandato, que termina no dia 31 de dezembro de 2018.

Temer ainda não mostrou interesse em participar da corrida presidencial deste ano, mas tudo indica que ele irá apoiar algum candidato do PSDB, possivelmente Geraldo Alckmin.