Os pré-candidatos à presidência da República estão dando entrevistas em diversas emissoras de rádio e TV. O mais polêmico dos futuros presidenciáveis é o deputado Jair bolsonaro. Ele não esconde seu jeito de ser e pensar, pelo contrário, ele faz afirmações que mostram sua ideologia extrema conta a violência. Com a política de "bandido bom é bandido morto", Bolsonaro é a primeira opção para presidente da República de milhões de cidadãos brasileiros que estão aptos a votar nas eleições de 2018.

Dessa vez, Jair Bolsonaro afirmou que ele pode dar ordens de metralhar a favela da Rocinha. Entenda o que aconteceu.

De acordo com o colunista Lauro Jardim, que escreve para o jornal O Globo, Jair estava em um evento da BTG Pactual, onde foi indagado sobre o problema da violência e do tráfico de drogas em favelas, por exemplo, a Rocinha. O jornalista afirmou que o pré candidato à presidência da República disse que, para resolver o problema de violência e tráfico de drogas, ele poderia ordenar metralhar a Rocinha.

Bolsonaro comentou que ele ordenará a realização de um operação que será feita da seguinte maneira: primeiro, um helicóptero espalhará panfletos por toda a favela informando que os criminosos terão o prazo de 6 horas para se entregarem à polícia. Ao esgotar o prazo, caso haja mais criminosos que negaram a rendição, Bolsonaro vai mandar metralhar a favela da Rocinha.

Bolsonaro nega metralhar favela

O Exame divulgou a resposta de Jair em que ele diz que não falou que iria dar ordens para invadir a favela e matar as pessoas com tiro.

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Jair Bolsonaro

O deputado leu a coluna e comentou que o jornalista falou uma insanidade, que beira à loucura. Se ele tivesse dito isso para milhares de pessoas, por que somente um jornalista teria passado essa informação? Com a presença de boa parte da mídia, se o candidato à presidência tivesse dito isso, vários veículos de comunicação teriam noticiado o fato.

Bolsonaro afirmou que o trabalho de Lauro Jardim não é ser jornalista, mas sim ser terrorista, pois ele foi covarde ao escrever uma mentira sobre Bolsonaro.

Os argumentos do deputado são bem convincentes, pois tem muita lógica. Além disso, o pré-candidato sabe que tal fato seria um homicídio em massa, algo que sinalizaria a necessidade de medidas dos órgãos de direitos humanos e ações da ONU. Uma atitude do governo que autorizasse uma medida tão extrema e violenta seria alvo de críticas internacionais e, em casos extremos, até intervenção no Brasil para evitar uma guerra civil, fato que iria ferir a soberania brasileira.

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