O general da Brigada, Paulo Chagas, mais uma vez usou as redes sociais para publicar uma matéria da revista Veja sobre o voto impresso. O general concordou com as palavras do artigo de Ruy Fabiano, que jogou um alerta no ar sobre a razão de certos juízes, com o apoio de Raquel Dodge, procuradora-geral da República, de quererem proibir o voto impresso nas próximas Eleições.

Dodge enviou uma petição ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que seja analisado uma possível inconstitucionalidade da lei sancionada há três anos que favoreceu o voto impresso. Segundo a procuradora-geral, qualquer impressora pode dar problema e o técnico que for arrumar acabar vendo o voto de uma certa pessoa, ou seja, para ela, o voto acaba perdendo o sigilo diante dos possíveis problemas técnicos.

O argumento dela foi contestado pelo jornalista Ruy Fabiano. De acordo com o artigo, às vezes, é melhor um voto perder o sigilo do que uma nação inteira votando no escuro. Isso porque foi comprovado, nos Estados Unidos, que as urnas eletrônicas são fáceis de serem manipuladas e invadidas. A maior conferência hacker do mundo ocorrida em Las Vegas teve como foco as falhas nesse sistema. Vários modelos foram testados, inclusive, o que é usado no Brasil. Todos foram violados em apenas duas horas. O interessante disso tudo é que os profissionais invasores nem chegaram perto das máquinas, eles utilizaram apenas uma conexão de wi-fi insegura.

Rejeitadas

Esse sistema utilizado no Brasil foi praticamente rejeitado no mundo. A Suprema Corte da Alemanha percebeu algo que Raquel Dodge parece não entender.

Os melhores vídeos do dia

Os juízes alemães não aceitam que o povo vote na insegurança e as urnas eletrônicas só levam a isso.

Caso o STF ouça a procuradora-geral e cancele o voto impresso, uma sensação de fraude pode tomar conta do país. Dodge acha que o voto impresso em complemento ao eletrônico é um retrocesso. Esse pensamento dela causa uma certa estranheza, já que apenas seria uma comprovação da escolha do eleitor.

Eleições

Todos sabem que as eleições desse ano serão uma das mais apreensivas da história brasileira. Qualquer indício negativo pode levar as pessoas a se revoltarem com a Justiça. A Operação Lava Jato, sempre defendida pelo general [VIDEO]Paulo Chagas, é a responsável de consolidar todo o processo de renovação da política e tudo tem que ser feito sem nenhuma possibilidade de manipulação.

Qualquer fraude eleitoral seria jogar fora todo um trabalho investigativo contra a corrupção deflagrado pelos juízes da Lava Jato [VIDEO].