O governo já está quase certo de que deve lançar um candidato próprio na disputa presidencial de outubro. O nome de Henrique Meirelles já foi avaliado por um momento, mas com a frustração da reforma da Previdência, perdeu força. Pela fata de uma opção melhor, até o próprio Michel Temer já surgiu como solução, mesmo conhecendo sua rejeição recorde e as chances pífias de vencer o pleito.

Outro nome avaliado pelo governo era uma tentativa de aproximação e de aparar as arestas com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin [VIDEO] (PSDB).

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O problema é que o MDB [VIDEO], partido de Temer, não o considera confiável suficiente para colocar seu nome na reta e fazer a defesa do governo atual. É sabido que o bombardeio de críticas terá como alvo principal o governo de Michel Temer, e o candidato da situação precisará ser incisivo na defesa.

Na avaliação do MDB, Geraldo Alckmin não está disposto a fazer essa defesa. O diagnóstico é que o presidente do PSDB está com uma postura mais agregadora e tenta angariar os votos da centro-esquerda, caso o ex-presidente Lula não possa disputar a eleição presidencial.

O partido de Michel Temer também avaliou que Alckmin não teve a postura necessária na defesa da reforma da Previdência, o que só avaliza o pensamento sobre ele.