Anielle Barbosa, a irmã de Marielle, e Mônica Benício, a namorada da vereadora, que foi assassinada juntamente com o seu motorista Anderson, na cidade do Rio de Janeiro lutam para que todas as fake news que foram espalhadas sobre a protetora dos direitos humanos seja excluída das redes sociais.

Tudo começou quando diversas notícias afirmando que a vereadora Marielle tinha envolvimento com o tráfico do rio se espalharam.

Além de difamar a imagem de Marielle, afirmando que, durante o seu passado, manteve um caso com um traficante famoso. Áudios também foram espalhados afirmando que o motivo da execução da vereadora teria sido por envolvimento com o comando vermelho. Os áudios não só foram compartilhados no Whatsapp, mas também em vídeos no youtube atrapalhando totalmente a investigação da Polícia sobre o caso, e fazendo com que a população ficasse contra a Marielle.

Em força de justiça, a irmã e a namorada da vítima se unirão para acabar de vez com todas as notícias fakes que estão sendo compartilhadas contra a vereadora, a primeira ação que ambas tomaram foram com a empresa Google, responsável também pela plataforma do Youtube.

Anielle e Mônica pediram que a Google deletasse todos os vídeos em que difamavam Marielle. Foram selecionados 54 vídeos de canais bastante conhecidos, como o do Nando Moura, Eguinorante, e outros.

Agora elas estão na justiça contra o Facebook, uma das redes sociais mais populares do mundo criada por Mark Zuckerberg. O juiz Jorge Jansen Counago Novelle, da 15ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ).

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Polícia Política

Concedeu a liminar aonde obriga o Facebook a deletar todos os compartilhamentos com calúnia e difamação sobre a Marielle Franco. O juiz afirma que o Facebook tem ferramentas suficientes para excluir todo o conteúdo ofensivo contra a vereadora, e impedir que novas publicações sejam postadas. porque é inaceitável que a memória da parlamentar continue sendo desrespeitada.

A vereadora Marielle Franco, e o seu motorista Anderson Pedro Gomes, foram executados com diversos tiros a queima roupa no Estácio, região central do Rio.

A principal linha de investigação da polícia é que o crime não foi um simples assalto, e sim uma execução a mando de alguém.

O Jornal R7 procurou o Facebook para saber respostas sobre o caso, e o Facebook lhes enviou um email respondendo: "O Facebook respeita a justiça e removerá os conteúdos específicos de URL indicadas nos autos, conforme prevê a legislação brasileira”.

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