O novo chefe de uma das mais respeitadas instituições do Brasil, Rogério Galloro, apresentou dados que podem demonstrar como deverá ser a gestão à frente da Polícia Federal [VIDEO], que angariou enorme apoio da imensa maioria da população brasileira, principalmente, devido aos trabalhos desempenhados pela força-tarefa da maior operação de combate a crimes de corrupção de "colarinho branco" em toda a história brasileira; a Operação Lava Jato. A Lava Jato é conduzida em primeira instância pelo juiz Sérgio Moro, partir da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, capital do estado do Paraná.

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Entretanto, após os mais recentes escândalos que envolveram o ex-diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segóvia, um novo rumo para a instituição deverá ser implementado, sob a condução de Galloro.

Vale lembrar que nesta sexta-feira (02), por volta das 10 horas da manhã, o novo diretor-geral escolhido pelo presidente da República [VIDEO], Michel Temer, deverá tomar posse.

Nova gestão, novas diretrizes

Com uma equipe montada, cujos nomes tiveram "relevo", durante a chefia do ex-diretor-geral Leandro Daiello, Rogério Galloro, tende a mostrar que com seus colaboradores mais próximos, adotará um estilo que remonte às linhas gerais, em relação a outra administração sob Daiello, segundo a interpretação de policiais federais.

Dentre as seis diretorias da Polícia Federal que são vinculadas juntamente ao seu gabinete, Galloro escolheu cinco delas. Somente uma das diretorias é que ficou permanecido no posto, Amaury Martins, da Diretoria-Técnico-Científica, como uma dos nomes escolhidos anteriormente pelo ex-diretor-geral Fernando Segóvia.

Porém, os outros cinco nomes serão anunciados pelo próprio Rogério Galloro, após consumada a sua posse a frente da Polícia Federal.

Entretanto, não se sabe ainda, se o anúncio dos novos diretores, poderá contar com a participação do novo ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, para que confirme ou vete os nomeados ou alguns deles. Em uma entrevista coletiva concedida à imprensa, na última quarta-feira (28), o ministro Raul Jungmann foi contundente ao relatar que estaria apto a escolher as chefias da Polícia federal, conjuntamente a Rogério Galloro.

Um dos principais fatores que podem denotar uma gestão com a influência de Leandro Daiello, é que o novo diretor-geral foi diretor-executivo e número dois, durante administração do ex-diretor supracitado. Porém, de acordo com o presidente da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal, Edvandir Paiva, o novo diretor-geral Rogério Galloro, deverá impor o seu estilo no trato da gestão da Polícia Federal, não se repetindo, de modo automática, a gestão que antecedeu a Fernando Segóvia.