O presidente da República, Michel Temer, assumiu o comando do poder máximo do executivo no Brasil após a ex-presidente Dilma Rousseff sofrer Impeachment na Câmara dos Deputados e, posteriormente, ser confirmado no Senado Federal.

Contudo, Temer, que era vice-presidente de Dilma, sempre demonstrou ter um pensamento muito diferente da petista, como agora vem aparentando em suas atitudes, que são totalmente diferentes do que o PT (Partido dos Trabalhadores) decidiria.

Temer sempre teve um grande apoio da direita no que se diz ao incentivo do maior uso da FAB (Forças Armadas Brasileiras).

Tanto que, sempre que necessário, o peemedebista vem utilizando as forças do exército nacional, quando possível também convoca as outras forças, que no momento tem a menor possibilidade de serem utilizadas.

Intervenção?

Temer analisou que o Brasil sofre com um grave problema de segurança, em todos os estados, porém, mais especificamente no Rio de Janeiro, com isso o presidente nomeou o general do Exército Walter Braga Netto como o chefe interventor na cidade do Rio de Janeiro, esta foi uma decisão que foi digna de muitas críticas, porém, a maioria dos comentários foram elogios, até porque mais de 70% dos habitantes cariocas são favoráveis à Intervenção Militar.

Como o esquema na teoria vem dando certo no Rio de Janeiro, muitas pessoas pedem uma intervenção em outros estados, mas isso só pode acontecer se a situação se agravar. Pois as Forças Armadas só podem ser convocadas para Garantia da Lei e da Ordem.

Michel Temer tomou uma decisão que revoltou alguns brasileiros contra a intervenção e animou muitos que são a favor. O presidente destinou mais dinheiro, cerca de R$ 1,2 bilhão, para a Intervenção Militar no Rio de Janeiro.

A esquerda política não apoia a ação, já a direita vê como uma das grandes soluções para reduzir a criminalidade do país.

Mortos no último final de semana

A intervenção no Rio, no último final de semana, resultou em, ao menos, oito mortos na Rocinha e cinco jovens assassinados em Maricá, na região metropolitana do Rio de Janeiro.

O grande objetivo foi reduzir a criminalidade e também o número de policiais militares mortos na cidade do Rio de Janeiro.

Contudo, este número diminuiu. Mas continua acontecendo.

Alguns policiais militares continuam sendo mortos em alguns confrontos com criminosos.

O levantamento que afirma que cerca de 71% das pessoas apoiam a Intervenção Militar foi feito pelo 'Instituto Datafolha', portanto os militares devem continuar nas ruas e, caso seja necessário, outros estados e cidades do Brasil também receberão os auxílios da FAB (Forças Armadas Brasileiras).

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