Michel Temer já deixou claro internamente que pretende disputar o pleito presidencial deste ano [VIDEO]. Ele tem o privilégio de não precisar entregar o cargo, como outros pré-candidatos com funções eletiva, por exemplo, o ex-governador Geraldo Alckmin. A estratégia do Planalto e do MDB é esperar até o último minuto para ver as reais chances de Temer na disputa. Pelo cenário pintado na última pesquisa de intenção de voto, é quase nenhum.

Caso Temer não seja candidato, o Datafolha questionou se os entrevistados votariam em algum candidato apoiado pelo emedebista. 86% afirmaram que o nome defendido por Temer não teria seu voto.

Já 9% afirmaram que talvez, dependendo de quem fosse a indicação. Apenas 3% declararam que com certeza iriam votar no candidato apoiado por Michel Temer. 2% não responderam.

Intenção de voto

Michel Temer não ultrapassa a barreira dos 2% de intenção de voto em nenhum dos cenários em que é colocado na disputa. Esse é o pior índice de um candidato à reeleição para presidente da República. Na primeira vez que a reeleição foi estabelecida, após o primeiro mandato de FHC, em abril de 1998, o tucano tinha 34% das intenções de voto. Em abril de 2006, Lula [VIDEO] registrava 40% das intenções de voto. Já Dilma, em abril de 2014, também tinha 34%. Todos conseguiram se reeleger.