Diante dos novos rumos que a política trouxe após a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, muito se tem debatido sobre seus concorrentes que não apoiavam sua prisão.

Lula não deixou um herdeiro para substituir à altura, pois compreende que conseguirá reverter antes do início da campanha eleitoral maciça, previsto para ocorrer em agosto deste ano. Apesar da forte resistência do próprio partido, o PT ainda busca alternativas consideradas confiáveis para se manter no topo, como é o caso de Fernando Haddad.

Pesquisas mostram Ciro Gomes e Marina Silva como herdeiros diretos

Caso não seja aceito pelo TSE a sua candidatura, os maiores beneficiados segundo a pesquisa apontada pelo Datafolha feita em janeiro, mostra que Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede) são os favoritos para herdarem os votos que seriam de Lula nesta corrida eleitoral.

A pré-candidata Marina Silva, se mostra irredutível quanto a condenação do ex-presidente Lula, ao falar que a justiça tem que ser para todos e não apenas para alguns com certo privilégio, lembrando que a mesma foi parceira do antigo presidente do Brasil ao ser nomeada na ocasião como ministra do Meio Ambiente.

As propostas da pré-candidata se baseiam nas bases do seu antigo parceiro, como uma maior distribuição de renda, continuação do Bolsa Família, além das políticas da formação profissional e do trabalho que estavam até pouco tempo em expansão, porém com a crise que assolou bravamente o País, não teve dinheiro capaz de continuar com esses programas até então.

Marina ainda afirma que a conquista do Plano Real foi tão importante quanto a modificação espontânea de nossa sociedade, pois possibilitou um maior poder de consumo, trazendo inúmeros benefícios que fizeram com que o País crescesse de maneira interessante, apesar dos juros e a inflação que estavam estourando naquela circunstância que o Brasil enfrentava.

Apoiadores de Lula

Apesar de Ciro Gomes apoiar o ex-presidente Lula, ficou distante dos últimos acontecimentos que explodiram a internet ao ficar nos Estados Unidos, enquanto Guilherme Boulos (PSOL) e Manuela D’Ávila (PCdoB) apoiaram na estrutura montada nos últimos dias para apoiar de maneira ímpar o petista.

Para Boulos, Ciro foi displicente ao se afastar dos problemas que acercavam o meio democrático. O pré-candidato do PSOL afirma que, mesmo não estando no mesmo partido que o petista, apoia em defesa da própria estrutura político-administrativas, afim de combater as desigualdades sociais que assolam o dia-a-dia das pessoas.

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