Foram aproximadamente 11 horas de uma sessão tão longa quanto importante. Nela, foi colocado em jogo o futuro do ex-presidente Luiz Inácio #Lula da Silva, o Lula [VIDEO], condenado em segunda instância por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, e que buscava a validação de um habeas corpus para evitar a prisão.

Só que a votação terminou da pior maneira possível para o líder petista [VIDEO]. Por 6 votos a 5, os ministros do #STF entenderam que o habeas corpus não deveria ser validado, de modo que Lula já pode ser preso - a decisão da execução da pena cabe agora ao TRF-4.

Após a extensa votação, a defesa de Lula optou por não conceder entrevistas e, em brevíssimas palavras, salientou que era preciso "refletir" sobre o julgamento e o resultado do plenário do STF.

"Sem análises por enquanto. Primeiro nós vamos precisar refletir sobre o que ouvimos", disse o advogado José Roberto Batochio, um dos responsáveis pela defesa de Lula.

Com o placar empatado em 5x5, a defesa solicitou que a presidente do STF Cármen Lúcia não votasse, mas o próprio plenário da Corte, por unanimidade, entendeu que ela estava apta a votar. A presidente votou contra a aceitação do habeas corpus e decretou o placar final em 6 votos a 5 contra a liberdade de Lula.