A última polêmica nas redes sócias, envolve um dos membros da família bolsonaro, afinal, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL/RL) é um homem polemico com suas afirmações radicais. Mas, ao que parece, as suas colocações recebem milhares de apoio dos internautas que gostam dos seus comentários sobre segurança pública. Afinal, a violência cresce a cada ano e a criminalidade vem assustando os cidadãos brasileiros. Porém, não estamos falando do deputado Jair – diríamos, o patriarca da família – mas do seu filho parlamentar, Eduardo Bolsonaro (PSC).

Ele e a jornalista. Patrícia Lélis, estão causando bastante polêmica por causa de uma denúncia da jornalista de uma ameaça por parte do deputado.

A conversa no aplicativo Telegram, foi no ano passado (2017), dia 14 de julho onde o deputado falou que ela deveria ter apanhado mais e que deveria ter ficado calada. Além de chamar a jornalista de “puta”, que causou grande polêmica nas redes sociais, e está entre aqueles que dizem ser mentira e aqueles que não duvidam do fato.

A jornalista Patrícia Lélis, a algum tempo atrás, denunciou outro deputado do PSC (Partido Social Cristão) Marco Feliciano (PSC-SP), por uma tentativa de estupro. Em vídeo que gravou, Patrícia disse, que o caso ainda corre dentro das estâncias maiores e não foi arquivado. O fato é que a denúncia de ameaça do deputado Eduardo Bolsonaro, foi aceita pela procuradora da república, Raquel Dodge, e vai para frente. Ainda, a procuradora Dodge, disse ao ministro, Roberto Barroso, que é relator do caso, que a multa mínima é de R$ 50 mil. [VIDEO]

A Procuradoria da República ainda confirmou o número de celular do deputado, onde a companhia telefônica reafirmou que pertence realmente a ele.

Mas, o parlamentar continua negando as acusações que alega serem falsas e que a jornalista não passa credulidade nenhuma. Em vídeo nas redes sociais, ele mostra provas que Patrícia teria mentido e como ela tem ligação com partidos adversários com as ideias dele e do seu pai, o deputado federal Jair Bolsonaro.

Segundo a denúncia, as mensagens são de julho de 2017 e foram na época que a jornalista era ainda a líder da juventude do PSC, que nessa mesma época também era o partido do deputado Bolsonaro. Na rede social, o parlamentar disse que Patrícia era sua namorada, mas, Patrícia negou publicamente o fato dizendo não namorar o deputado. Nesse dia em diante, as perseguições começaram, várias mensagens foram trocadas.

Essas ultimas mensagens foram “printadas [VIDEO]” e foram parar junto com a denúncia, que corre na justiça. Em vídeo resposta, Patrícia disse para o parlamentar parar de fazer “birra” na interne, pois 'vídeo de Facebook não inocenta ninguém'. Ainda, a jornalista afirma que ele só está dando mais provas para ela.

Vejam os vídeos: