Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli negou nesta quinta-feira, dia 19, uma liminar apresentada pela defesa de José Dirceu, solicitando que o ex-ministro possa permanecer em liberdade mesmo após julgamento de recurso em segunda instância. Toffoli entendeu que o caso deve ser analisado pela Segunda Turma da corte, que no ano passado decidiu por conceder a liberdade ao político através de um habeas corpus. As informações foram veiculadas pelo jornal O Globo.

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Após ter um novo recurso negado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), Dirceu teve sua pena mantida em 30 anos e nove meses de prisão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Apesar da decisão, Dirceu ainda está em liberdade por ter direito a mais um recurso, mas pode ser preso caso o juiz Sérgio Moro, responsável pela condenação em primeira instância, decrete ordem de prisão.

Em entrevista ao jornal Folha de S.

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Paulo, José Dirceu admitiu que pode voltar à prisão de forma definitiva. "É uma hipótese", disse o ex-ministro sobre a possibilidade de que passe o resto da vida no cárcere.

Preso em agosto de 2015, o ex-ministro da Casa Civil do governo Lula conseguiu a liberdade em maio de 2017, quando a Segunda Turma do STF acatou o pedido de habeas corpus por 3 votos a 2. O ex-ministro mora em Brasília e é monitorado através de tornozeleira eletrônica.

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