Michel Temer [VIDEO]já teme uma possível terceira denúncia envolvendo seu nome vinda da Procuradoria Geral da República (PGR [VIDEO]). As duas primeiras foram realizadas com a liderança de Rodrigo Janot, ex-procurador-geral da República. Caso essa suspeita se confirme, seria encabeçada por Raquel Dodge, nova procuradora-geral que foi nomeada pelo próprio emedebista.

A suspeita do Planalto é que com a Operação Skala, que culminou com a prisão de dois de seus amigos de longa data, o nome de Temer volte à tona.

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Nas duas primeiras vezes que foi denunciado, Temer contou com os votos da Câmara dos Deputados para barrar as denúncias. Em ano eleitoral e, possivelmente, denunciado pela terceira vez, o risco é maior.

Por conta disso, o governo já estuda estratégia para evitar qualquer problema futuro. O objetivo é conseguir alçar o deputado Daniel Vilela (MDB-GO) para presidir a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. A CCJ seria utilizada como a primeira linha de defesa de Temer.

Sem o poder de barganha das outras denúncias, e com a base aliada se deteriorando, o risco de Temer é bem maior do que nas outras duas ocasiões. Diversos partidos que fazem parte dos alinhados ao governo já começam a montar suas estratégias para a eleição e podem dar as costas a Temer.