O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, se filiou ao PSB no dia 6 de abril. Por muitos meses, foi especulado seu nome como possível presidenciável. Chegou até a ser analisada a possibilidade de composição de chapa com Marina Silva (Rede). Ser vice da senadora está praticamente descartado, mas sua candidatura, ainda não. Segundo a coluna painel, da Folha de S. Paulo, dirigentes do PSB querem convencer Barbosa a anunciar sua pré-candidatura até junho.

O último levantamento Datafolha divulgado em abril mostrou que Barbosa atingiu 8% das intenções de voto, ficando em quarto lugar, atrás de Lula, Bolsonaro e Marina Silva. No cenário sem o petista, o ex-ministro do STF registra 9% das intenções de voto, empatado em terceiro lugar com Ciro Gomes, atrás apenas de Marina Silva e Bolsonaro.

Segundo o Barômetro Político Estadão-Ipsos do mês de abril, a rejeição de Joaquim Barbosa caiu consideravelmente, de 42% para 36%.

Já sua aprovação aumentou dois pontos percentuais, de 38 para 40 porcento.

A insegurança sobre a candidatura de Barbosa também ronda o próprio PSB. Segundo o jornal paulista, caso a esquerda resolva lançar uma frente unificada sem o PT, existe a possibilidade do partido não apresentar candidato próprio.

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