Geraldo Alckmin [VIDEO] deixou o cargo de governador de São Paulo para poder disputar à Presidência da República. Com isso, o tucano perder o foro privilegiado. Desse momento em diante, Alckmin poderia ser investigado em primeira instância como qualquer outro. A força-tarefa da Lava Jato em São Paulo solicitou o inquérito do "santo", como era chamado nas planilhas de propina da Odebrecht, mas o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) negou e enviou à Justiça Eleitoral.

O Partido dos Trabalhadores [VIDEO] bate na tecle que existe um seletividade da Justiça brasileira e benevolência com algumas figuras em específico e partidos.

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Segundo o PT, a decisão do STJ serviu como "efeito pedagógico" na população para reforçara tese de seletividade.

O destaque negativo envolvendo o nome de Alckmin serviu de alerta interno no PSDB, segundo o Diário do Poder.

O portal de notícias garante que a diretoria tucana estuda a possibilidade de trocar Geraldo Alckmin por João Doria como candidato à Presidência.

O Diário do Poder garante que os tucanos confiam mais na "pegada" de Doria. Alckmin estaria mal visto em pesquisas feitas pelo partido e muito vulnerável a delação de Paulo Preto, apontado como o operador do PSDB.