Foi numa noite de sexta-feira (13) que se iniciaram os ataques contra a Síria. O motivo é, segundo EUA, França e Reino Unido, a utilização de armas químicas, negado pelo regime Sírio. EUA e Reino Unido teriam tido um afinco maior nos ataques, já que a França prefere manter a retaguarda com estes aliados, por conta de históricos terroristas no país. Seria mais uma sexta-feira qualquer, se não fosse 13.

Apesar da represália ter sido referente à lançamento de ataques de armas químicas por parte de Assad contra seu próprio povo inocente, segundo Donald Trump. Ainda segundo algumas fontes, o incidente de 7 de abril foi o que teria desencadeado uma reação por [VIDEO]parte dos EUA em força conjunta com aliados.

Jens Stoltenberg disse que ataque foi um 'sinal' aos regimes, e elogiou apoio turco

Acontece que o atual secretário-geral da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte, também chamada de NATO) economista e líder do Partido Trabalhista (de ideologia social-democrata), defendeu o ataque e elogiou a Turquia na operação.

Coincidência ou não, Stoltenberg (o 13º Secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte) deixou claro em sua visita à Turquia de Erdogan, que os ataques dos países aliados foram um claro sinal contra o regime do ditador Bashar al-Assad (Síria), a Rússia de Putin, e o Irã.

Pelo ar e pelo mar: os 13 mísseis bloqueados em Al Kiswah e a distância do subúrbio

Ainda segundo o portal G1, na sexta-feira passada (13), enquanto Donald Trump discursava na Casa Branca, os aliados lançavam seus primeiros ataques à Síria, tempos depois, em algum momento nos subúrbios de Damasco, a Síria reagia atingindo 13 mísseis do ataque em Al-Kiswa através de seu sistema de defesa.

Apesar de ataques aéreos os três países aliados (EUA, França e Reino Unido) teriam se utilizado não só da força aérea, como também da força marinha.

A cidade em questão fica a 13 km da Zona Rural de Damasco.

Discurso dos EUA sobre os ataques

Enquanto ataques ocorriam Donald trump discursava em tom patriotista devido a aparentes represálias de armas químicas. O presidente americano (em certo ponto de seus discurso na Casa Branca) ressaltou os ataques precisos, o alvo, eram as instalações de armas químicas de al-Assad, tido por muitos como ditador sírio inclusive pelo próprio Trump.

Trump também agradeceu a cooperação da França e do Reino Unido na operação e citou os reais motivos dos ataques iniciados.

O grupo rebelde sírio Jaish al-Islam, acusou o governo de Assad de lançar armas químicas contra os civis. O que teria causado a reação em repúdio ao ato.