Após julgamento, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira, dia 19, conceder o direito de prisão domiciliar ao deputado federal Paulo Salim Maluf (PP-SP), condenado a 7 anos e 9 meses de prisão por lavagem de dinheiro. A Corte decidiu que o deputado cumpra a pena em casa devido a seu estado de saúde. A decisão pela prisão domiciliar de Maluf foi concedida após concessão de oniciativa própria do ministro Edson Fachin.

Maluf está internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde realiza tratamento contra um câncer de próstata. As informações são da Agência Brasil.

Antes de optar pela prisão domiciliar, o STF negou por 6 votos a 5 que Maluf recorra da condenação em liberdade. A Corte votou sobre o argumento apresentado pela defesa do deputado de que Maluf ainda poderia responder em liberdade devido ao fato de sua condenação pela Primeira Turma não ter sido unânime.

No entanto, o STF entendeu que não cabem mais embargos infrigentes no caso do deputado, que chegou a ser levado para o presídio da Papuda, em Brasília.

Segundo boletim divulgado pelo hospital onde o deputado está internado, o câncer de Maluf está em estágio evoluído, com metástase. Maluf tem 86 anos e, além de deputado federal, já ocupou os cargos de prefeito e governador de São Paulo. Maluf também chegou a concorrer à Presidência da República nas eleições de 1989, quando terminou na quinta colocação.

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Quando tiver alta do hospital, o deputado irá cumprir pena domiciliar em sua mansão localizada no bairro dos Jardins, na capital paulista. Maluf é acusado de desviar recursos financeiros das obras da Avenida Água Espraiada, hoje chamada de Avenida Jornalista Roberto Marinho, inaugurada durante seu segundo mandato como prefeito de São Paulo, na década de 1990.

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