O seriado mais famoso da história terá muitos capítulos, e os episódios estão só começando. Acredite se quiser: uma liminar do PEN (Partido Ecológico Nacional), está para ser votada no Supremo Tribunal Federal e se concedida, pode libertar o ex presidente Lula. E não só ele, mas todos os presos por condenação em segunda instância. Algo que só podemos entender, como uma ironia do destino e mais um motivo para discussões. Acontece que em 2016, o tal Partido Ecológico Nacional, entrou com uma ADC (Ação Declaratória de Constitucionalidade) no STF, contestando a legalidade da prisão por condenação em segunda instância.

Na época, o pedido não tinha nada a ver com o processo do ex presidente e ficou engavetado pelos últimos anos. Mas, na semana passada, logo após a votação contrária ao habeas corpus de Lula, o advogado do PEN, conhecido como Kakai, desenterrou a ADC. Pedindo uma liminar ao STF, que deve ser julgada nesta próxima semana. Ou seja, em poucos dias, estará no plenário do STF, uma ação de um partido de direita, que pode sim, soltar Lula e outros condenados em segunda instância. Uma saia justa que deverá ser administrada com sabedoria!

A dificuldade para escolher um caminho que traga boas perspectivas

O presidente do Partido Ecológico Nacional inclusive, já se manifestou de duas formas: primeiro, quis destituir o advogado; depois, tentou desistir da ação no supremo. Tanto em um caso, como no outro, foi malsucedido. Kakai está vinculado a ação e continuará assim. Da mesma forma, segundo informações da Infomoney, o ministro Alexandre de Moraes já adiantou que não é possível desistir de uma ação deste tipo. Na mesma matéria, Adilson Barroso, presidente do partido afirmou: “não quero mais essa compreensão de que estamos salvando o Lula, porque nós somos de direita conservadora, e isso não faria sentido”.

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Lula

Fazendo sentido ou não, a liminar será votada no STF e o PEN, um partido nanico que nunca teve grande destaque, pode se consagrar como mais um representante “trapalhão” da direita brasileira. Se não fosse a situação econômica do país, independente do lado em que estamos na disputa.

Casos como este nos fariam estourar uma pipoca e abrir um refrigerante para assistir a mais uma votação no STF, com falas intermináveis e incompreensíveis. Essa tragicomédia política (mais uma da política brasileira) vai longe ainda ...

Que segundo a própria ministra presidente (Cármen Lúcia) disse que não é urgente a matéria no STF.

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