Conforme informações da revista IstoÉ, em dez dias, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva saíra da prisão, o que será uma grande surpresa para a Operação Lava Jato, ou mais, certamente, um grande golpe.

Segundo a matéria, o novo destino do petista será a prisão domiciliar, com algumas medidas restritivas. Ele não poderá ter atividades políticas e estará impedido de concorrer às próximas Eleições.

O PT continuará insistindo que Lula é o candidato do partido e ninguém pode tirar isso dos petistas, porém fala-se que isso seria uma estratégia já planejada para que eles demonstrem raiva da Justiça, mas tudo já estaria combinado.

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O acordo foi feito e sacramentado e tem as mãos de alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF): Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli e Gilmar Mendes.

A decisão de soltar o ex-presidente virá da Segunda Turma da Corte atendendo um pedido da defesa do condenado. Como esses três ministros formam maioria e são contra a prisão após condenação em segunda instância, eles vencerão tranquilamente e a decisão deles prevalecerá.

Os advogados de Lula entraram com um recurso tentando derrubar a execução da prisão determinada por Moro alegando que o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) teria autorizando a prisão do petista sem que antes, fosse julgados todos os embargos restantes da defesa. O julgamento começou e em breve pode se ter uma surpresa.

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Julgamento virtual

O julgamento acontecerá de uma forma virtual, sem a necessidade, portanto, de uma sessão presencial. O julgamento começa hoje (04) e vai até o dia 10 de maio. Ninguém espera outra decisão a não ser a soltura do condenado. Para muitos, isso seria um vexame gigantesco na história da Justiça Brasileira.

Vale ressaltar que, dias atrás, a Segunda Turma da Corte já retirou se Sérgio Moro trechos do depoimento de ex-executivos da Odebrecht sobre o processo do Sítio de Atibaia que citava o ex-presidente Lula.

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A decisão deles foi muito criticada pelos procuradores da Lava Jato, que viram uma decisão sem nexo, já que todas as delações, de uma forma indireta, envolvem a Petrobras e por isso, deveriam ficar com Moro.

Manifestação

Moro se manifestou e disse que não iria enviar para a Justiça Federal de São Paulo o processo que já estava em andamento com ele, conforme tinha pedido a defesa de Lula. Segundo o juiz, não foi retirado dele a competência do caso e, por isso, ele manteria no Paraná as investigações.

Dias depois, o ministro Dias Toffoli confirmou o que Moro havia dito.

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