Um dos magistrados da mais alta instância de Justiça do Poder Judiciário brasileiro, ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF) [VIDEO], tornou-se alvo recentemente de suspeitas que levam a suposto envolvimento como um dos principais beneficiários de patrocínios considerados "secretos". O tema de alta complexidade e extremamente "espinhoso" envolvendo um dos mais polêmicos magistrados da Suprema Corte brasileira, trata-se do papel desempenhado por uma instituição educacional do Brasil que tem como sócio-fundador, Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. O IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público) é controlado inteiramente por familiares do ministro supracitado.

Vale ressaltar que o IDP é considerado um negócio completamente lucrativo e de caráter milionário. Tão somente em meados do ano de 2017, um filho de Gilmar Mendes teria angariado mais de 40% de toda a sociedade relacionada à instituição de Gilmar Mendes por um valor considerado uma verdadeira "bagatela" de cerca de R$ 12 milhões. Entretanto, vale lembrar que a Revista "Crusoé" chegou a divulgar uma lista que contém um número expressivo de colaboradores, em se tratando de patrocinadores do Instituto de Gilmar Mendes, porém um fato que levou à "estranheza" trata-se investimentos milionários para a implementação de pesquisas, cujos patrocinadores decidiram pedir para que esses patrocínios se mantenham como sigilosos.

Ex-assessora resolve se expressar sobre situação

Uma ex-assessora do ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, após a repercussão do caso relacionado a supostos patrocínios considerados ocultos direcionados ao Instituto Brasiliense de Direito Público, que tem como sócios majoritários o próprio ministro da Suprema Corte e alguns de seus familiares, fez uma revelação a respeito do papel do ministro Mendes e tomou para si a responsabilidade na concretização dos contratos firmados entre patrocinadores e o Instituto atribuído ao magistrado do Supremo.

Trata-se da ex-assessora e advogada Dalide Corrêa, considerada "braço-direito" de Gilmar Mendes, que assumiu as tratativas para implementação dos acordos, ao livrar o seu ex-chefe de qualquer tipo de irregularidades, corrupção [VIDEO]ou mesmo de participação no caso respectivo.

A imprensa, por meio da Revista "Crusoé", divulgou algumas das principais empresas públicas e privadas patrocinadoras do Instituto de Gilmar Mendes, destacando-se, a gigante do ramo de cigarros, Souza Cruz, além de empresas como, Bradesco e Friboi. Dentre as companhias públicas estão Correios, Eletrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.